Então. Final de tarde e é tudo que a gente queria. Passei por aqui pra desejar pra todos nós descanso e bom divertimento. E, por causa do meu estado de ontem, vou passar longe do martini. Bebam por mim, se quiserem. Que o amor esteja no ar.
Up date: E, a você, boa sorte na sua proposta para esse findi. Estou torcendo por você e com o pensamento lá.
Às vezes, tem disso. No meio de fase intensa, de compromissos, abraços, felicitações, trabalhos, sobra, lá de repente, um pedaço de tarde sem algo para fazer. Tudo entregue, nenhum compromisso, até o telefone, adivinhando, se cala.
Quem poderá definir a felicidade que brota desses espaços sem ter o que fazer, ainda que só por duas horas ou três? Naquele momento, entendo: felicidade é disponibilidade. Quem se pode dizer disponível? Quem pode?
Agora, nesse pedaço de tarde, cessaram as vozes do louvor, das críticas, pararam os convites, oferendas e ofertas e estou sozinha. Sinto uma enorme alegria desse estar comigo mesma, sem qualquer solicitação, pergunta ou declaração. Posso escutar o meu silêncio e redefrontar meus medos. Não preciso sorrir, ser olímpica, simples, simpática ou brilhante. Posso caminhar desajeitada, falar sozinha, cantar o hino da Bélgica, comer banana se quiser ou mergulhar o pão com manteiga no café com leite.
Posso telefonar para alguém. Ou pensar no meu amor. Neste silêncio e solidão ocupo apenas o meu espaço. Não preciso das coisas da vida. Basta-me viver. Não sou o que acham, sou apenas o que posso ser e não me entristeço. Posso chorar as vidas que não tive ou recordar a que tive e tenho, dizendo-me em voz baixa com orgulho: é minha.
Sou feliz por poder sofrer a dor do meu saber. Pouco tenho, mas o que faço sou eu. Minha vida é uma expressão do meu ser.
Posso lembrar das vontades involuntárias por amar tanto no geral, que no particular parece desamor. Posso pedir desculpas a Deus por fazê-lo tão difícil.
Invade-me uma estranha vontade de recomeços, tomar um navio e sair por aí, por fora e dentro de mim, pronta para o segundo tempo da vida. Dou-me, porém, conta de que já comecei a desejar, a querer, a procurar. É sinal de que se dissipou a estranha paz vespertina, de estar só, ser eu por inteira, nada ter que fazer, senão viver. Haverá algo melhor? Também acho que não. Só que já passou. Agora estou sonhando viajar de navio. E onde há desejo, esvai-se a paz.
Simples! Siga o alfabeto e faça a "tradução"... veja como fica seu nome:
A -ka;
B -tu;
C -mi;
D -te;
E -ku;
F -lu;
G -ji;
H -ri;
I -ki;
J -zu;
K -me;
L -ta;
M -rin;
N -to;
O -mo;
P -no;
Q -ke;
R -shi;
S -ari;
T -chi;
U -do;
V -ru;
W -mei;
X -na;
Y -fu;
Z -zi
E aí? Gostou do seu nome? Deve ter ficado facim, facim...
Vieste na hora exata
Com ares de festa e luas de prata
Vieste com encantos, vieste
Com beijos silvestres colhidos prá mim
Vieste com a natureza
Com as mãos camponesas plantadas em mim
Vieste com a cara e a coragem
Com malas, viagens, prá dentro de mim
Meu amor
Vieste a hora e a tempo
Soltando meus barcos e velas ao vento
Vieste me dando alento
Me olhando por dentro, velando por mim
Vieste de olhos fechados num dia marcado
Sagrado prá mim
Vieste com a cara e a coragem
Com malas, viagens, prá dentro de mim
Meu amor
(Ivan Lins)
Up date: Pra você, que veio, ficou e daqui não sai mais.

Sapato novo
O marido vaidoso compra um sapato novo. Chega em casa e fica andando prá lá e prá cá... e nada da mulher perceber sua nova aquisição.
Para chamar a atenção ele resolve tirar toda roupa. Completamente nu, mas calçado com o sapato novo, ele aparece novamente andando prá lá e prá cá. A mulher finalmente pergunta:
- Ficou doido? O que você faz andando prá lá e prá cá, com esse pinto mole pendurado?
O marido aproveita a oportunidade e responde: - É que ele está olhando para o meu sapato novo.
E ela retruca: -Por que você não comprou um chapéu?
Sim, pipol do meu coração, ela chegou. E que venha, com tudo! E pra começar o dia bem, uma confissão, da minha mais ínfima entranha (jesus, onde foi que eu tirei isso?): nunca mais bebo. Well, não como ontem. Culpa dele.
E, conto um segredo pra vocês: valeu cada segundo.
Como não há mal de perdure, Lucca me acordou às sete da manhã:
- Mãe, quero pintar!!!
Como assim, Bial? Nem conseguia raciocinar direito:
- Mas AGORA??
- Ué, eu queria pintar ontem à noite e você disse que ja estava tarde, que a gente deixasse pra hoje de manhã, e já é hoje de manhã... Pega minhas tintas e meus pincéis???
Não riam, por favor, porque isso, com certeza, vai refletir na minha cabeça.
Bom dia, meus amores. Porque o meu parece que vai ser... dolorido, se é que vocês me entendem.
Nossa eterna insatisfação nos leva aonde exatamente?
Casados reclamam porque a aliança pesa; namorados, porque não vêem mais os amigos; solteiros, porque não têm de quem receber o último telefonema do dia. Jovens são revoltados por não poderem fazer nada do que querem; velhos, por não conseguirem. Chefes se estressam porque vivem sob pressão e subordinados vivem estressados por causa dos chefes. Nunca estamos satisfeitos. Por mais azul que o céu esteja, sempre achamos - lááá longe - uma nuvem que virá, sabemos que virá, e cobrirá o nosso sol. E, mesmo sob 40 graus, passamos a sentir frio. "Nada mais insuportável do que muitos dias de felicidade contínua" (Oscar Wilde). É bizarro mas real. Não suportamos a felicidade por muito tempo; tudo fica fácil demais, tranqüilo, calmo e desde crianças aprendemos que, se algo vale a pena, precisa ser árduo, trabalhoso, hercúleo (e quanta deprê nos rende essa teoria patética). A ridícula verdade é que não sabemos lidar com a alegria - a praia eternamente ensolarada vira um tédio. E então avistamos (ou criamos, não importa) a nuvem.
Li, não lembro onde, que "a vida nos pareceria subitamente maravilhosa se estivéssemos ameaçados de morrer - então declararíamos nosso amor, viajaríamos à Índia, realizaríamos nossos sonhos. E caso o cataclismo não acontecesse, voltaríamos ao cotidiano, no qual a negligência supera o desejo". (A negligência supera o desejo - preste atenção nisso, sempre). Nossa eterna insatisfação, em vez de servir de impulso para nos levar a algum lugar melhor, vira uma âncora, agravando a sensação de impotência, nos entregando à inércia. Então sucumbimos à preguiça. Passamos a achar que o normal é estarmos "meia-boca" (não estamos felizes, é certo, mas por que razão haveríamos de ficar mais tristes?). E daí, quando alguém aparece sorrindo além do previsto por lei, surtamos. Por que ele ri e nós não? Por que tantos dentes? Cadê a graça? Viu passarinho verde?
É divertido observar a irritação de alguns perante a alegria alheia. Olham para aquilo como se estivessem presenciando a metamorfose do lobisomem de Joanópolis. Quando alguém parece estar contente (e está), nossa primeira reação é nos compadecermos pela ingenuidade da criatura sorridente, como se estupidez fosse premissa pra felicidade, e gentileza, atributo de lobotomizados ou doentes mentais. Nos é tão incutido o conceito de que os deprimidos, românticos incompreendidos, é que são geniais (toda aquela profundidade de sentimentos, cenho franzido, etc. e tal) que tendemos a encarar pessoas alegres como serezinhos sem sal, agüinha morna que nem chá dá pra fazer... Sai de mim! Se for assim, o Prozac será o responsável pela não-existência de grandes artistas pelo resto das eras. E eu me alegrarei de ser absolutamente medíocre e saltitante.
Não vejo nada errado em nunca estarmos satisfeitos, em desejarmos (há muitos anos alguém me disse que desejos são como cavalos: não são eles que decidem para onde vamos, mas com eles vamos mais rápido). O problema reside em ficarmos nos culpando por nunca estarmos completamente felizes ou acharmos poético arrastar as meias pela casa. O fato é que "algo sempre nos falta - o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Para seu próprio bem, guarde esse recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo" (Caio Fernando Abreu). Daí, sim, poderemos ser felizes. No início, quando der. E um dia, quem sabe, a maior parte do tempo.
Então. Dia chuvoso aqui em BH. E eu, fui acordada, muito a contra-gosto, às 7 e 15 da manhã. Motivo? O bombeiro (como diz o Lula, "encanador"), batendo à minha porta para terminar o serviço no meu banheiro. Pulei da cama, pedi a ele um tempinho para acordar direito. E, é claro, que fiz um cafezinho pra me ajudar no "momento soninho". Trabalho concluído, mas não pude atender ao chamado da minha caminha.
Ontem, saí com amigos. Uns queriam ir dançar, e eu fui da turma que preferia sentar num bar, pra jogar conversa fora. Escolhemos um bar com karaokê. E sabem de uma coisa? Foi muito divertido!! Como minha garganta ainda dá sinais de "não vem que não tem", estava quase rouca. Mas a insistência foi tanta, que tive que mostrar meus dons artísticos. Sabe que até canto bem? A música escolhida? Essa aí:
Final Feliz
Chega de fingir
Eu não tenho nada a esconder
Agora é pra valer
Haja o que houver
Não tô nem aí
Eu não tô nem aqui pro que dizem
Eu quero é ser feliz
E viver pra ti
Pode me abraçar sem medo
Pode encostar sua mão na minha
Meu amor,
Deixa o tempo se arrastar sem fim
Meu amor,
Não há mal nenhum gostar assim
Oh, meu bem,
Acredite no final feliz
Meu amor, meu amor
Up date 1: Até pediram bis, acreditem se quiser.
Up date 2: Pra quem dediquei essa música? Não conto nem sob tortura...
Bom dia, quilidos.
Por que nunca assumimos a responsabilidade por nossas vidas?
Esse papo de Jesus é lindo mas não cola comigo. Minha religiosidade admite que só existe a luz por causa da sombra e, antes de serem incompatíveis, são inseparáveis. Não gosto do maniqueísmo. Sabe qual a minha carta preferida do tarô? O Diabo. Ele é algo sobre o qual as pessoas nunca chegarão a um acordo, assim como Deus. Mas, ao contrário d'Este, fica mais poderoso à medida que o tumulto à sua volta cresce.
O Diabo faz as pessoas pensarem, viverem, temerem. Não acredito no cara de rabo e tridente, e sim naqueles desejos que nos impulsionam. Daí entra Deus. Deus é nossa vontade de confiar, ter estabilidade, dormir na rede com o ventinho batendo no rosto. Deus é a calma, o maravilhoso equilíbrio que sempre buscamos mas que não saberíamos ser maravilhoso se não conhecêssemos o oposto. Sem as dualidades, a vida seria um marasmo sem fim.
Gibran Khalil, num de seus contos, narra o encontro de um padre com o Diabo. "O padre aproximou-se e inclinou-se sobre o moribundo e viu uma face estranha, na qual se misturavam a inteligência e a astúcia, a fealdade e a beleza. O padre soltou um grito terrível e bradou, trêmulo: 'Deus me revelou tua face infernal para alimentar meu ódio por ti. Sê maldito até o fim dos tempos!'" O demônio respondeu com certa impaciência: "Não sabes o que dizes, e não calculas o mal que cometes contra ti mesmo. Eu fui e continuo a ser a causa de teu bem-estar e de tua felicidade.
Não foi minha existência a justificação da profissão que escolheste e meu nome, o lema de tua vida?"
Pois é: acredito em Deus, rezo e, do meu jeito, tenho muita fé. Mas creio que vivemos essa dimensão divina muito mais interiormente que em adesivos de carros, camisetas ou chaveiros.
Acredito no Diabo também. Nessas "tentações" que se interpõem em nosso caminho para nos mostrar o que é realmente importante. Por isso não nego minhas dualidades. Por isso acho que traição e amor podem coexistir e que ofender não significa, obrigatoriamente, odiar. Por isso temo destruir coisas que me são caras ao mesmo tempo que me aproximo do que, dizem, deveria me afastar. Mas não posso ser só metade de mim.
Adorei uma comparação que ouvi, entre um velho "amigo" meu e Satanás. É bem verdadeira. Ele ferra tudo por onde passa e mesmo assim continua sedutor. Mas ele não é Satanás, é só um humano sem semancol, sem apego. Só. Realmente tenho amargas lembranças dele - mas também foi muito importante. Ambas as coisas. Você já reclamou várias vezes que sempre se interessa pelas mulheres "erradas", mas não existe ninguém errado nem ruim, só ruim pra você. Ela pode ser ótima pra alguém que tenha as mesmas expectativas de vida, mas você não é essa pessoa - e mesmo assim se sente atraído por ela. Somos incoerentes, faz parte. E ninguém é culpado por isso, mesmo que a solução mais espontânea seja jogar a responsabilidade pra cima do outro, seja ele o Diabo, o ex-namorado ou o tempo.
Não creio que a simples introjeção de um conceito divino possa, de alguma maneira, me livrar de problemas cotidianos, de desejos. Aliás, seria péssimo! Quero paz, alegria, felicidade e também o frio na barriga, a surpresa, o descontrole temporário. Posso ser louca, mas acho que só tenho consciência das minhas discrepâncias e não tento ignorá-las me escondendo atrás de dogmas e púlpitos.
Mas, é claro, posso estar completamente errada.
Sim, meus quilidos, hoje é o niver de alguém... Blogueiro, como nós, e, como diria minha mãe, ele está colhendo mais uma florzinha: Claudinho, do JCF (http://jogandoconversafora.blogspot.com/). Já passei por lá e já deixei meus parabéns, mas, como no dia do nosso niver, elogios, presentes e homenagens nunca são demais, aqui está mais uma.
Cláudio, que seu caminho seja de sol, e que, quando aparecer uma chuvinha, que você tire de letra.
Beijos meus e do Lucca também.
Tá certo que estão idosos, mas não estão mortos, né?
Eita que chegamos no meio da semana!!! Fim de noite tranquila minha, ontem, e espero que a de vocês também.
Ainda correndo, mas sempre sobrando um tempinho pra vir aqui; é o ar que respiro. Ontem, conversei pelo celular com a Ricardinha, vocês conhecem (http://www.mineirainconstante.blogspot.com/) e combinamos de nos encontrar na sexta, pra uns chopps e colocar os assuntos em dia, já que ela não está podendo postar no seu blog. Vai ou não vai ser demais, nós blogueiras, tricotando na noite de sexta???
Bom dia proceis, meus T.
Os espiritualistas dizem que hoje (17/10) começa uma nova era com uma nova energia no sistema solar trazendo para a terra uma revitalização única. É a data mais importante dos últimos 200 anos!
Hoje será dado a cada um de nós, habitantes do planeta, a chance de receber essa energia positiva, nunca acontecida até então. Qualquer pensamento positivo está valendo, mas sugerimos que você faça esta oração:
"É chegada a hora da revolução.
Que venha toda essa luz,
Desça agora sobre nós e fique para sempre!
Sem data para partir pois agora tudo é infinito!
Que chegue trazendo o que merecemos.
E nos anime a transformar tudo o que recebemos.
Que o pão seja sinônimo de pura abundância.
E a água singela redundância de purificação!
Agradeço!
Agradeço a todo o universo a perfeição de existir.
A chance, agora mais fortalecida, de evoluir e a realidade vindoura do verdadeiro construir!
Construção feita de sentimentos
Usando os materiais do coração.
Decorando a nova vida com as cores da paz!
Salve salve bendita paz!
Merecida e sonhada paz!
Bendita seja ardentemente e desejada paz!"
O astrólogo Marcelo Dalla explica que esse "evento cósmico de hoje" faz parte de um acontecimento maior, chamado Transição Planetária, citada pela antroposofia, pelo budismo e até pela cabala. Segundo essa linha de pensamento, muitas coisas vão acontecer com o planeta, até o ano de 2012, início da era de Aquário. O ano de 2012 será definitivo, uma limpeza no planeta irá acontecer. A Terra vai elevar a sua vibração e as pessoas estão sendo motivadas a fazer o mesmo.
Hoje é dia de expandir a consciência, um tempo de abertura de portais. Segundo Marcelo, existem 12 dimensões, mas só temos consciência de três, abrindo agora as portas para a quarta. O ideal é que todos hoje mentalizem a paz no planeta.
Eu nunca havia entendido porque as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes.
Nunca tinha entendido isso de "Marte e Vênus". E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
Uma noite, na semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama.
Bem, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, provocações, o maior "T" e, nesse momento, ela parou e me disse:
- Acho que agora não quero, só quero que você me abrace...
Eu falei:
- O QUEEE???
Ela falou:
- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.
Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi. No dia seguinte, fomos ao shopping. Entramos em uma grande loja de departamentos. Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como estava difícil escolher entre um ou outro, falei para comprar os três.
Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00 cada par. Respondi que tudo bem. Depois fomos a seção de joalheria, onde gostou de uns brincos de diamantes e eu concordei que comprasse.
Estava tão emocionada!!! Deveria estar pensando que fiquei louco. Acho até que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga.
Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso. Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz!
Quando ela falou:
- Vamos passar no caixa para pagar, amor?
Daí eu disse:
- Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu bem... Só quero que você me abrace.
Ela ficou pálida. No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:
- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem.
Vinguei-me! Mas acredito que o sexo acabou pra mim até o Natal de 2010...
(Luiz Fernando Veríssimo)
Inimigos são duas pessoas pertinho uma da outra. Só que de costas. Há duas situações inimigas dentro do amor. Pertinho e uma de costas para a outra. Ambas ameaçam dar certo e não dar certo.
Os anos me ensinam que quando se ama, tanto se teme enfrentar a possibilidade de dar certo, cheia de prisões e tentáculos, como o risco de não dar certo e ficar rompida uma harmonia que poderia ter dado certo. E, se poderia, vai doer se não viver.
Ambas as situações convivem em que ama. Porque "viver bem" não é dar certo. Dar certo é capaz de prosseguir apesar do desacerto. "Viver mal" não é necessariamente dar errado. Dar errado é não poder prosseguir.
Composto de partes inimigas é o amor. Ele só se enriquece dos cansaços incapazes da destruição. Ele só vive do imperfeito de cada confronto. Ele só é, quando vive ameaçado de deixar de ser. Caso contrário não seria; simplesmente deixaria de ser.
A coragem de amar é como a coragem de ser: é fazer os dois inimigos, de costas um para o outro, virarem-se de frente para sentir o hálito, o olho, medo, força, ternura, muita raiva, muito carinho, e aceitar tudo, por isso, amar.
O medo de quem ama é o medo da relação profunda. Porque é nela que está a entrega, e tão profunda que não rompe, apesar das tragédias de superfície.
Amar é apesar de. É através. É a despeito, mas é com. Amar é contra, mas perto e fundo. Mesmo de costas. É com ferida e cicatriz. Mas íntegro.
Amar fundo é ter medo de virar de frente. Porque aí pode surgir, cristalina, a possibilidade de dar certo. E a entrega. Que é no fundo o que quem ama, mais teme.
Como você pode perceber, o chão dele é pintado, como se tivesse o fosso do elevador lá embaixo....
Aqui estou, mais um dia! E isso é muito bom! Não postei mais ontem porque a correria no trabalho foi grande, e o tempo curto demais pra fazer tanta coisa!
Estou bem e Lucca também. Amanhã, ele vai, com os colegas, visitar uma exposição no Palácio das Artes, aqui em BH, chamada "Costurando Solidariedade". Acho muito legal essa iniciativa de levar até as crianças idéias desse tipo. Como são pessoinhas abertas a qualquer informação, a educação é sempre bem recebida, né?
No mais, continuo...deixa pra lá. Mas deixo aqui registrado, pelo menos, um ponto de vista meu, que vale, também, pra qualquer momento de nossas vidas: qualquer relacionamento, seja de amizade, amor, trabalho e etc. tem que ser uma mão de duas vias,né? Onde confiança mútua é a palavra do dia. Por que, se não for assim, caminhar ao lado de alguém, sem que esse alguém não esteja verdadeiramente ao seu lado, é esvaziar o coração.
Ola, meus quilidos!! Não briguem comigo, já que minha ausência, por esses dias, foi difícil pra mim também!! Estava precisando dar uma "respirada", e consegui emendar o feriado, apesar de não ter saído de BH. Mas deu pra descansar, fazer algumas coisas que eu queria fazer (nem todas), e aqui estamos de volta, pra mais uma semaninha... Espero que o feriado e o findi de vocês tenha sido proveitoso.
Então. Tempos novos. Mudanças. De casa e, quem sabe, novos caminhos pro coração. Deixar de ser passional e impulsiva, como sempre fui, e agir mais racionalmente. Daqui pra frente.
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