Teu olho mágico no buraco da fechadura: tranca-me com a tetra, que sou toda dobradiça.
Vocês se lembram que eu falei há umas semanas atrás??? Não?????? Vixe..... Hojé é o dia D! O dia do "Orgasmo Global Sincronizado"!!! Eita, sô! Com certeza, pra todos nós será um prazer (literalmente) contribuir pra essa causa que fala para as pessoas ao redor do planeta "escolherem um lugar com muita privacidade" e que tenham orgasmos com a finalidade de "mudar a energia do planeta".
Não preciso falar mais nada, né? E vocês? Animados pra contribuir? Eu nem preciso dizer que...
Então. Sexta-feira é tudibom, né? E com o Natal e o Reveillion se aproximando, fica melhor ainda...Tomamos todas e mais algumas ontem.
Volto já.... se a ressaca e o soninho deixarem....
ELE chegou!!!!! Surpresssaaaaaa!!!!! Nem preciso falar mais nada....
"A gente sempre destrói aquilo que mais ama: em campo aberto, ou numa emboscada; alguns com a leveza do carinho, outros com a dureza das palavras; os covardes destroem com um beijo, os valentes destroem com a espada." (Oscar Wilde)
O que quer dizer, diz. Não fica fazendo o que, um dia, eu sempre fiz. Não fica só querendo, uma coisa que eu nunca quis. O que quer dizer, diz. Só se dizendo no outro, o que, um dia, se disse, um dia, vai ser feliz.
Então, meus amores. Ontem, fui à pré-estréia do filme "O amor não tira férias", que estará na telona a partir dessa sexta-feira, dia 22. Não sei se vocês gostam desse gênero de filme, tipo comédia romântica, mas eu adorei. Leve, sem apelação, com tiradas ótimas sobre o relacionamento entre homens e mulheres. Uma sinopse e depois vocês decidem se gostam ou não do tema:
O Amor Não Tira Férias" é uma comédia natalina que fala sobre mudanças de vidas por causa de novos ares. Iris Simpkins escreve para uma coluna sobre casamento, bastante conhecida, no Daily Telegraph, de Londres, e está apaixonada por um cara que vai se casar com outra mulher. Do outro lado do globo, Amanda Woods, dona de uma próspera agência de publicidade especializada em produzir trailers de filmes, descobre que seu companheiro tem sido infiel. Duas garotas que não se conhecem e moram a 9.650 quilômetros de distância se vêem em situações... não muito distantes. Decidida a não passar o Natal em sua cidade, Amanda descobre um site na internet especializado em intercâmbio de casas, e está decidida que a cabana de Iris no interior da Inglaterra será o antídoto perfeito para seus problemas. Impulsivamente, as duas concordam em trocar de continente e de casa por duas semanas. Iris chega em Los Angeles num dia espetacularmente ensolarado e logo conhece Arthur, um famoso roteirista da Era de Ouro de Hollywood, e Miles, compositor de cinema que trabalha com o ex-namorado de Amanda. Enquanto isso, quando Amanda começa a se aconchegar à solidão de uma cabana isolada numa cidadezinha coberta de neve, o irmão de Iris bate à porta. Numa inesperada mudança de planos, as duas mulheres acabam descobrindo que as melhores viagens são aquelas em que você deixa toda a sua “bagagem” para trás.
Pescaria du fim de semana
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O amor não é apenas uma troca de necessidades. Esta é a sua forma ilusória. Uma espécie de pacto secreto e inconsciente entre as pessoas faz parecer amor o que é momentânea ou duradoura troca de necessidades. As carências são tantas e tão grandes, que a satisfação, surge disfarçada de amor, vestida de amor, com vários sentimentos que compõem o repertório do amor. Mas que amor não é. É uma troca de necessidades.
Passada a necessidade, ou alteradas as causas que a geraram, as pessoas se defrontam com o que são e com o que sentem e, às vezes, descobrem que foi fome, sede, atração, cansaço, medo, gratidão, esperança, ambição, amizade, solução de problemas outros, espírito de aventura, travessuras, ânsia de sair de casa, várias coisas importantes, necessidades verdadeiras e válidas, porém, não amor.
Isso de necessidade é tão compelxo, que pode ser, até, necessidade de sentir amor, mas amor não é.
A diferença reside no seguinte: a gente não sabe quando é necessidade, mas quando é amor, sabe-se sempre.
Porque o amor pré-existe e post-existe a todas as besteiras que fazemos com ele. O amor resiste até à nossa incapacidade de alimentá-lo com carinho e atenção, seus alimentos.
Se as pessoas fossem maduras, saberiam fazer conviver amor e necessidade, não como entidades à parte e antagônicas, mas como importantes paralelas da arte de viver.
Na farmácia, o garoto chega para a mãe e pergunta:|
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