
Mesmo tendo vivido tanto, mesmo tendo vivido tudo, ou quase, não perdi a capacidade de me emocionar quando esbarro em alguém que desperta meu desejo. Alguém cuja carne treme ao mais leve toque dos meus dedos, alguém de boca gostosa e cabelos em desalinho, com jeito de namorado que passeia de mãos dadas, mas que se revela safado na intimidade dos lençóis.
...Carol, mas, por increça que parível, não lembrei de nenhum momento meu, dos "quase-beijos" ou "não-beijos". Simplesmente, porque, quando quis, fui à luta; não fiquei esperando, não imaginei, não fantasiei, não fui dormir com vontade. Sei lá. Doido, né?
Mas continuo pensando, remexendo no baú para ver o que sai dali. Fora o de costume, se sair alguma coisa contável por aqui, voltarei ao assunto.
Também não vou passar essa batata. Quem quiser, que conte, tá?
Depois de 10 dias com o marido resfriado em casa, ela começa a pensar: "Não aguento mais". Homem não é fácil - quem não sabe? - e, às vezes, querer mandar tudo para o espaço é, para usar a palavra da moda, no mínimo, "saudável". Coragem não tem, mas vontade, só ela sabe.
Tem sido uma enfermeira e tanto, mas homem doente, sabe como é. Está cansada, cansada de ter tanta certeza de tudo: do marido que chega todo dia na mesma hora, dizendo as mesmas palavras, seja elas quais forem. Cansada de ter certeza de que todas as datas vão ser lembradas. Todo ano igualzinho.
Está precisando de emoções fortes, de um amor cheio de suspense, de um homem que a leve, às vezes, à loucura; que seja visto em atitude suspeita num bar mais do que suspeito, e de preferência que a família seja toda contra, que delícia!
Resolve baixar a bola e botar o pé na real. Um homem que a amasse desesperadamente, que também não desse muita confiança para suas frescuras. Que conseguisse dominá-la com o seu olhar, será que está querendo demais da vida? Que nunca perguntasse pela camisa ou pelas meias, que fosse menos doméstico, menos marido, e o principal: um homem que não ficasse resfriado nunca.
A ANJA E O PINTO
Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro lhe explica que, para entrar, os homens têm que cortar o pinto fora.
- Pára com isso, São Pedro! Como é que eu vou cortar um negócio que me deu tanta alegria na Terra?
- Não tem jeito, meu filho. Aqui no céu não há sexo.
O cara olha pra baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno e acaba aceitando.
É levado a uma sala onde há três pessoas esperando.
Logo depois chega uma anjinha bem gostosa, e manda entrar o próximo. Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio.
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito forte de dor,e depois,silêncio.
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo.
Chega a vez do sujeito. Ele pede uma explicação a respeito dos gritos diferentes pra Anjinha.
A anjinha cortadora se surpreende:
-Não te explicaram? É o seguinte: aqui a gente corta o negócio de acordo com a profissão do cara na Terra. O primeiro gritou muito porque teve o pinto serrado, já que ele era serralheiro. O segundo deu só um grito forte
porque foi cortado de uma só vez. Ele era açougueiro. O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado
antes.
A essas alturas o cara ria às gargalhadas.
Sem entender nada, a anjinha fica olhando.
O cara baixa o zíper e ordena à anjinha:
- Chupa até acabar!! Na Terra, eu era sorveteiro.

Custou mais chegou, né? Ontem saí com minhas amigas, pra jogar conversar fora e tomar umas, em homenagem ao nosso dia. Foi bom dimaissss...
Ainda com sono e na maior preguiça, tomara que o dia passe rápido. Mesmo porque o findi tá aí, né?
E quem tá chegando também? Ele. E, a quem interessar possa: vem de mala e cuia. Pra ficar de "veiz"....
Agora, final de tarde, vou sair do escritório e encontrar com minhas amigas para tomarmos umas e celebrar o nosso dia.
Mas não poderia deixar a chegada dele, à nossa terrinha tupiniquim, passar batido. Fiquei até sabendo que o mocorongo vai trazer a sua própria água.
Preciso dizer mais alguma coisa?
No princípio eu era Eva,
Criada para a felicidade de Adão.
Mais tarde fui Maria,
Dando à luz Aquele
Que traria a salvação;
Mas isso não bastaria,
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia,
A mulher de verdade.
Para a sociedade,
Não tinha a menor vaidade,
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade,
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha;
Sou pai, mãe, arrimo de família.
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo não peço mais licença,
Para atuar onde quiser.
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA,
E meu nome é Mulher..!!!!
|
Que mulher nunca teve: Que mulher nunca tomou: Que mulher nunca sonhou: Que mulher nunca pensou: |
Que mulher nunca penou: Que mulher nunca comeu: Que mulher nunca apertou: Que mulher nunca jurou: |
Alguém sabe me dizer o que é Miojinho???
Se você quer matar alguém
Sem gastar nem um vintém
E sem risco de ir em cana
Mate uma geminiana.
Quer saborear o crime
Sem contratar um terceiro
Sem estragar o sublime
Ao trocá-lo por dinheiro ?
Pra matar um ser humano
Sem que qualquer testemunho
Ainda que de soslaio
O prenda por muitos anos
Mate quem nasceu em junho.
Se você não faz questão
De que a cena seja horrível
De terríveis gritos fêmeos
Nem de sangue em profusão,
Isto é mais do que possível :
Mate uma mulher de gêmeos.
Não dê um tiro na moça
Não a afogue numa poça
Nem na água funda a jogue,
Não ameace apagar seu blog :
Ela pode gostar da idéia.
E também não a envenene
Com toxina de moréia
Porque isso atrai sirene.
Por mais que você tenha gana
Não lhe bata, amasse ou corte
Matar uma geminiana
É um refinamento da morte.
Não precisa violência
Que isso traz muita estridência
Nem seja também tão sutil
Porque, puta que o pariu,
Enchê-la de vodka e comida
Ou de noites mal-dormidas
O máximo que vai fazer
É com que ela enterre você.
Não a encha de trabalho
Porque, por mais que reclame
No fim ela sempre dá conta
E depois da coisa pronta
Ainda pode ser que ela ame
E se divirta pra caralho.
Matar uma geminiana
É mais fácil que se pensa.
Pra não sofrer com a imprensa,
Com polícia ou com assédio
Dispensando o intermédio,
Sem pagar pelo seu ato
E curtindo o assassinato,
É fácil : mate de tédio.
Daqui para frente
A mulher não é igual ao homem.
Boto esta frase sozinha, numa linha só para ela. Que se destaque, porque é fundamental.
Olhando meu corpo, recebendo minha menstruação, jamais duvidei de que eu fosse uma mulher, e, como tal, específica. Mas qual será a minha especificidade?
A essa pergunta não tinha resposta. Ou melhor, as respostas que me davam não tinham nenhum eco de veracidade. Porque assim, com o olhava meu corpo, também me debruçava sobre a minha mente e a minha mente não se deixava enganar.
Não, eu não era menos inteligente, mais medrosa, menos lógica, mais sensitiva, menos combativa, mais vaidosa, menos sensual do que ninguém. E entenda-se por ninguém toda a classe dos homens. Então, quem era eu?
Quem somos nós? Éramos uma realidade revestida de capas e máscaras adulteradas; e essa realidade se perdeu. Ainda bem.
Hoje, sabemos, e não naquele íntimo calado, conhecimento de nossas avós, que temos capacidades ilimitadas. Que tudo está ao nosso alcance e é um direito nosso. Isto não se apaga. Se uma parada existe, ela é de avaliação, não de recuo. E é a partir de nosso conhecimento que seguiremos caminho.
As mulheres querem um homem ao lado. É uma bela verdade. Que algumas tiveram que negar porque homem ao lado estava por demais confundido com um homem acima, e "querer" se embaralhava com depender. Uma verdade que hoje parece nos indicar exatamente o caminho da nossa especificidade.
Não se trata, portanto, de questionar o acerto da revolução feminina, para apagar os erros e retroceder nas posições. Trata-se de avaliar e procurar caminhos novos, certas de que tudo o que tiver que ser feito o será, daqui para frente.
Antes das batalhas, os centuriões romanos passavam pela manicure, além de depilarem as pernas.
A exemplo do nosso país, onde mais e mais pessoas consultam videntes, cartomantes etc e tal, na Espanha, o negócio dos rituais satânicos e as técnicas de vodu movimentam cercam de 2 milhões de euros ao ano.
As mulheres "karo-botak", de Sumatra, introduzem na vagina uma bola de ópio como método anticonceptivo.
A frase "Ave César, os que vão morrer te saúdam", era efetivamente pronunciada pelos gladiadores do circo romano. Mas não a diziam, como muita gente crê, a Júlio César, mas sim ao imperador Claudio, que reinou em Roma, entre os anos 41 e 54.
Na Índia, os moribundos e os inválidos são levados ao rio Ganges e se lhes enchem a boca de terra, para afogá-los nas águas sagradas.
Segundo informes oficiais de início do século, os "dyaks de Brumeu" arrancavam o coração dos prisioneiros para comê-los cru. Assim infundiam valor.
Apesar de estar totalmente proibido, alguns índios do Panamá seguem sacrificando e enterrando-os vivos ou envenenando-os - aos bebês albinos. Antigamente essas crianças de pele e cabelos brancos eram eliminados, devido a que resultavam pouco rentáveis para a tribo e constituíam uma sobrecarga familiar, já que sem possuir na pele o pigmento melanina, não podiam expor-se ao sol.
Os vikings, em suas incursões, não deixavam títeres sem cabeça. No entanto, no ano de 854, quando o chefe dos normandos de Loire, encaminhava-se até o monastério de Redon para saqueá-lo, se abateu uma violenta tormenta. Os vikings, aterrorizados, acreditaram que o convento está protegido pelos deuses o que não só levou a desistir do empenho de arrasá-lo, como também Godofredo deixou uma guarda em seus portões para certificar-se de que ninguém dos seus o saquearía no futuro.
Até há pouco tempo, seguindo a tradição hinduísta, as meninas podiam ser obrigadas a casar-se a partir dos nove meses depois da puberdade, isto é, aos oito ou nove anos. Esta forma de matrimônio resultava em cruel infanticídio, segundo confirma ol censo oficial do governo britânico na India, realizado no ano de 1921, onde se registraram 3 milhões e 200 mil jovenes mortas durante o ano anterior em função das brutalidades sexuais a que foram submetidas por seus próprios esposos.
Quando iam ao mercado, os verdugos da antiguidade não podia por as mãos sobre a mercadoria e tinham que fazer a compra munidos de uma vara, com a qual assinalavam o que desejavam comprar. Isso se devia à repulsa que deles sentia a maioria dos seus cidadãos. Vaidade Feminina
Uma mulher foi levada às pressas para o CTI de um hospital. Lá chegando, teve a chamada "quase morte", que é uma situacao pré-coma. E, neste estado, encontrou-se com Deus:
- Que é isso? - perguntou ao Criador:
- Eu morri? disse ela.
- Não, pelos meus cálculos, você morrerá daqui a 43 anos, 8 meses, 9 dias e 16 horas - respondeu o Eterno.
Ao voltar a si, refletindo o quanto tempo tempo ainda tinha de vida, resolveu ficar ali mesmo, naquele hospital e fazer uma lipoaspiração,uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, correção no nariz, na barriga,
tirou todos os excessos, as ruguinhas e tudo mais que podia mexer para ficar linda e jovial. Após alguns dias de sua alta médica, ao atravessar a rua, veio um veículo em alta velocidade e a atropelou, matando-a na hora.
Ao encontrar-se de novo com Deus, ela perguntou irritada:
- Puxa, Senhor, você me disse que eu tinha mais 43 anos de vida. Por que morri logo depois de toda aquela despesa com cirurgias plásticas!!???
E Deus, aproximou-se bem dela e olhando-a diretamente nos olhos, respondeu:
- MENINA, JURO QUE NÃO TE RECONHECI!!!!!!
A festa do meu filho, de aniversário, foi show! Não pude participar como gostaria, porque a gripe ainda não me largou. Soninho bateu e aí já viu, né?
De resto, muita correria hoje. Bom dia pra nóis.
Meu filho Luiz. Parabéns, filhão.
.... pra ele. Meu filho mais velho, Luiz, está fazendo hoje 25 anos... É dia de comemoração, então.
Como mãe babona que sou, não preciso dizer o que desejo a ele: paz, saúde, conquistas. E dias, na medida do possível, sempre ensolarados; se a chuva insistir, me chame porque minha sombrinha é a medida certa pra te proteger.
Tenho dois filhos. Tenho uma profissão desdobrada em vários trabalhos. E nos últimos tempos luto para conciliar estes pólos tão fundamentais para mim, cuidando para que não o fluir de um não prejudique o outro.
Disse luto e sei porque usei expressão tão belicosa. Eu sou uma mãe que trabalha, e o mundo, do jeito que está, não foi feito para facilitar minha tarefa, nem como mãe nem como trabalhadora. Cabe a mim, então, cavar o meu lugar, e impor a minha determinação.
Como mãe que trabalha, sofro a pressão constante da sociedade. Decidi que filhos, trabalho e eu viveríamos juntos, tentando a maior harmonia possível.
Que mãe seria eu se tivesse largado o trabalho em favor dos filhos? Eu sem trabalho. Nem posso imaginar. Vejo-me então empobrecida. Sem trabalho eu seria, certamente, um ser humano mais pobre. Não apenas pelo estado de dependência econômica em que isso me colocaria - e a dependência é sempre empobrecedora-, como pela ausência de tantos dados que acumulei movida por uma necessidade profissional, pela falta de uma visão que me foi dada no contato diário com um trabalho de informação.
Não sei e não gosto de me impor. Questiono tradição e o bom senso. Questiono minhas próprias ordens, o que as enfraquecem de saída.
Não, não sou uma mãe ideal e meus filhos que já descobriram o manancial de meus defeitos, se servem à farta. Mas onde o não trabalhar me faria melhor educadora? Minas falhas não advêm da minha falta de tempo, mas talvez da falta de vocação. Não seria uma mãe melhor se não trabalhasse.
Juntos, fermentaríamos meus defeitos, num desgaste fatal para nossa relação. Eu não ficaria mais autoritária pela quilometragem.
Melhor assim.
...gripada, muito gripada.... Corpitcho querendo cama, colo e tudo o que tenho direito. E fora a dor nas costas. Mas como ralar faz parte, acordei cedo, muito cedo, para dar conta das tarefas domésticas.
E ainda tem gente que diz que mulher não faz nada...
Bom dia, mos fios. Porque o meu, já tenho uma leve idéia de como será.
"No mundo atual está se investindo cinco vezes mais em remédios para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer. Daqui a alguns anos, teremos velhas de seios grandes e velhos de pau duro, mas eles não se lembrarão para que servem." (Drauzio Varella)
... um lembrete: Hoje começa a terceira temporada, no AXN, às 9 da noite. Preciso dizer que tô agarrada?
Sim, meus quilidos. Não tive tempo de passar por aqui, na parte da manhã. Espero que o findi de vocês tenha sido tranquilo, assim como o meu.
Mas volto mais tarde. Se os processos deixarem, se o chefe ficar calminho. Nada que um dormonid bem receitado não dê sossego ao chefe leão.
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