Caça e Caçador

Ele me procura na cama: sou sua caça. Em contrapartida, desvencilho-me, arisca: ele é meu caçador. Quando estamos juntos, no íntimo de nosso quarto, dentro daquelas quatro paredes, o mundo pode parar. Porque o nosso jogo erótico só começou.

E eu me camuflo, às vezes, em tigresa; às vezes, em cobra: o jogo vai ficando cada vez mais excitante.

E quando decidimos acabar com o jogo, o mais esperado vem: sendo nós mesmos, vemos que o nosso amor está lá, onde sempre o deixamos: em nossas estranhas. E o gozo vem pra celebrar aquele momento, só nosso.

Criatividade, aqui, não falta...
Garfield é meu rei!
 

Gatos são divinos. E bem superiores a nós.

Amo gatos. Amo suas vibrissas, que, quando criança, cortava pensando estar fazendo a barba do bicho. Suas unhas, que já me retalharam de cima a baixo (nunca deixei de pegar um sequer no colo, mesmo os ariscos ou sarnentos). Amo os dentes afiados. O andar deliciosamente rebolante (cresci tentando imitá-los e hoje rebolo tanto que parece que vou desconjuntar). Amo a maneira como se lavam, o modo como dormem, encolhidos. Os grandes olhos amarelos. Mas o que mais amo é o que muita gente odeia: a personalidade.

Eles não precisam de você, ou de mim, pra dar comida, arrumar uma gata gostosa ou se distrair. Sabem muito bem viver sozinhos, mas oferecem o prazer de sua companhia. Se estivermos à altura, é claro. Gatos só se deixam "criar" por pessoas pelas quais têm o mínimo de respeito (você costuma ver mendigos ou bêbados com gatos de estimação?). Independentes.

Eles nos olham como se fôssemos completos imbecis - que somos - quando balbuciamos alguma estupidez do tipo "Xaninho, vem com a mami": ora, já que vamos abrir o bocão, que seja para algo que preste. Ou os deixemos dormir em paz, que o sono é sagrado, meu amigo. Cínicos.

"Amo no gato a suprema indiferença e a distinção com a qual ele passa dos salões aos telhados." Elegantes. Pouco importa se moram num lixão ou numa almofada fofa, os gatos satisfazem-se com o que são e não precisam ir ao pet shop colocar lacinho e perfume pra serem aceitos. Não admitem humilhação: que gostem deles do jeito como são ou os esqueçam, porque pra eles tanto faz.

Charmosos. Nunca se vêem gatos transando, muito menos atracados no meio da rua, de bando. São amantes noturnos, discretos. O máximo de participação que nós temos no ritual é auditiva - ou líquida, quando os mais babacas jogam águam pra apartar. E, mesmo aparecendo sem um pedaço da orelha no dia seguinte, aquele olhar sacana vale a noite de sono perdida com a gritaria. É impossível se zangar com um gato.

Eles não fazem festa quando chegamos em casa, não babam com o linguão pra fora ou rolam pelo chão, mas sabem direitinho quando estamos tristes. Daí chegam, como quem não quer nada, sobem no nosso colo, ronronam (ah, como adoro esse barulhinho!), dormem um pouco e vão embora. Não são disponíveis nem estão ao alcance da mão todo o tempo, é certo, mas quando um gato está com você pode ter certeza de que ele não gostaria de estar em mais nenhum outro lugar. E nem faz aquilo por hábito ou obrigação. Diferentemente dos cães, gatos não querem ter um dono, e sim compartilhar bons momentos. Honestos.

Conviver com eles requer maturidade. Não são traiçoeiros, são livres. Nunca bajulam. São autênticos, por isso são difíceis. É muito mais fácil lidar com mentiras gentis, babação de ovo, puxação de saco, não é? E agora não me refiro só a felinos...

Gatos são muito parecidos com os humanos, por isso tanta gente os odeia: sabemos tão pouco lidar com eles como conosco mesmos. Parecidos, mas melhores: não mentem, não têm hierarquia, não fingem gostar de crianças, não sorriem quando na verdade querem te estralhaçar. São rancorosos (experimente maltratar um deles e, inadvertidamente, cruzar com ele de novo), preguiçosos, sedutores, imprevisíveis. Enigmáticos, interessantes, sagrados.

Defeitos e virtudes no ponto certo.

Gatos seriam homens perfeitos.

Eu tardo...

Demorô, mas chegou. Ufa! Ontem, saí com minhas amigas pra colocar o papo em dia e tomar umas também. Nem preciso dizer que foi ótimo. Enquanto ele ficava em casa, com o Lucca. Casamento "muderno" e saudável é assim.

Amanhã é feriadinho, em pleno sábado, coisinha sem graça, mas... pra quem trabalha não deixa de ser um alívio, né? Pretendo um findi tranquilo, com direito à aniversário de criança no domingo.

Divirtam-se, descansem e não esqueçam da Maçã aqui. Beijos envenenados.

 

300... de Esparta!

Não sei quanto a vocês; se viram o filme, se gostaram ou não...Pessoalmente, não gosto de filmes de guerra nem com muito sangue (apesar de assistir, sem perder um episódio, "Roma", na HBO).

Mas cá entre nós: o filme vale pelo elenco e pela fotografia. E, sim, eu dava pros 300.

Up date:Gerald Butler, o mocinho aí de cima: so sorry, mas meu gosto para homens está eternamente estragado. Não tem mais competição.

Up date 2: Apesar do filme, é ele que anda de salto alto no meu coração, viu?

 

A piada do dia é: Lula

Vendo que o Merco Sul não está dando muito certo e no intuito de combater as maléficas teorias políticas dos EUA e das outras pobres nações que apenas dominam o planeta, o destemido e arrojado presidente Lula está se aliando aos, assim como ele, intelectuais presidentes da Venezuela e da Colômbia para fundar um novo bloco na América Latrina "ops" Latina. E eles até já escolheram um novo nome para atrair o então bem sucedido regime  de CUba. O novo bloco se chamará Merco CU.

Estava Lula nadando no lago Paranoá e começa a se afogar. Grita por socorro e, milagrosamente, é salvo por três compadres que estavam pescando. Agradecido, Lula disse que eles poderiam lhe pedir qualquer coisa.
Um deles, um gaúcho, falou:
- Bah... Meu filho trabalhava na fábrica de sapatos e perdeu o emprego. Quero um trabalho para ele, tchê.
- Está mais do que feito! - disse opresidente.
Outro, do Piauí, reclamou que era analfabeto e queria aprender a ler.
- A sua vaga na escola já está garantida! - respondeu Lula.
O terceiro era o Zé Botina, um mineirinho:
- Ieu quero um interro di estadista, com sarva de tiro, frô, banda de música e tudo, tudo mais!!!...
Estupefato, Lula perguntou:
- Você é tão novo Zé!!!... Por que essa preocupação com a morte?!
E o caipira:
- Uai, qui qui é qui o sinhô acha que vai cuntecê cumigo quando ieu chega lá im Minas e saí nus jorná que sarvei o Lulla de morrê afogado???...

Um advogado (sic) e o Lula pulam de um edifício. Quem vai cair primeiro?
        R: Quem se importa?

Cruel, mas real...
A quem interessar possa

Abriu a janela no exato momento em que a garrafa com a mensagem passava, levada pelo vento. Pegou-a pelo gargalo e, sem tirar a rolha, examinou-a cuidadosamente. Não tinha endereço, não tinha remetente.

Certamente, pensou, não era para ele. Então, com toda delicadeza, devolveu-a ao vento.

And the Oscar goes to...

I got my name in lights with notcelebrity.co.uk
Pode perguntar...

 

Já imaginou um site onde você descreve o sonho e pede para ser decifrado? Isso existe, ainda que em inglês, mas quem traça essa língua pode linkar-se no Sawlogs.

Se Freud estivesse vivo encontraria nesse portal a melhor ferramenta on-line do momento. 

O que é que você quer perguntar?

Da série: Morro e não vejo tudo
 Alguém pode até achar estranho mas o que esse cidadão está olhando é, na verdade, um monumento à carne enlatada. As razões para sua criação são bem significativas.

O monumento está localizado na cidade de Sarajevo e foi uma resposta dos artistas locais à crise que se estabeleceu durante a guerra entre os anos de 1992-1995 quando faltou comida para atender as necessidades das pessoas. A ajuda humanitária internacional acabou enviando carne enlatada que, mesmo não sendo do agrado do paladar da população, esta soube ser grata ao gesto que ajudou o povo da cidade a sobreviver.


Marido preocupado...

Felicidade de orquídea

Existe vida numa relação sem sexo?

Vocês estão juntos há um tempão e se amam. A conta conjunta está no vermelho, a sua prima é amiga da tia dela, vocês compraram uma casa. Com tudo isso, qual o problema de, num domingão, em plena sessão de cinema no sofá, dar mais vontade de ficar deitado juntinho do que de transar? Nenhum, se isso acontecer uma vez ou outra. O problema começa quando só se tem vontade de ficar juntinho. Piora se, depois de várias reprises dessa cena, um dos dois muda de opinião sobre ser tão gostoso assim apenas ficar juntinho. E se torna insustentável na hora em que ela (ou você) se sente um lixo erótico, a versão humana do peixe-boi.

Ela o apóia nas horas complicadas, implica com seus amigos, te pentelha se sente seu bafo de cachaça e não rola a menor tensão sexual entre vocês? Então você não tem mais uma mulher: tem duas mães.

Sentir-se desejado é tão vital quanto vitamina C: um agarrão inesperado, uma sacanagem ao ouvido fazem o dia valer a pena, reluzem o ego. A ausência desses pequenos carinhos e, mais tarde, do ranger da cama, é um tremendo indicador de que tem algo bem errado na relação.

O tesão é a demonstração instintiva do quanto queremos aquela pessoa perto, dentro, misturada a nós. Ou do quanto não fazemos questão disso. Já passou da hora de acabar com essa hipocrisia de que, depois de um tempo, o sexo se torna desimportante para os casais. Como assim? Quer dizer que num determinado momento viramos samambaias? Não, mas nos tornamos peritos em negar o óbvio: a relação está, sim, na UTI.

É impossível não ficar abalado quando nosso parceiro e o abajur surtem o mesmo efeito sobre nossa libido, mas é possível ignorarmos os sintomas e continuar "nos dando superbem". A vaca vai de vez pro brejo quando buscamos em outros corpos os toques, beijos e orgasmos ausentes e tão necessários.

Será que vale a pena viver comendo fora ou menosprezar a própria sexualidade em prol de um relacionamento estável?

Não, não vale. Cedo ou tarde ele deixará de ser estável para ser penosamente estabilizado (e dará cada vez mais trabalho, feito carro consertado em mecânico ruim). Existem, sim, diversos fatores essenciais numa boa relação: cumplicidade, amor, apoio, carinho, mas isso tudo é insuficiente sem tesão. É como biscoito de polvilho: é até gostosinho, mas não mata a fome. É preciso muito mais sustança.

E, uma noite, adormecemos angustiados ao lado da pessoa que escolhemos para tornar a vida melhor, mais clara. Nos damos conta de que viramos amiguinhos. Somos tomados por uma insatisfação que nada consegue sanar: nos sentimos incompletos por vivermos numa farsa particular. E entristecemos, porque é mesmo doloroso notar que não bastam amigos, filhos, móveis e lembranças para sermos felizes ao lado de alguém: nenhum passado em comum salva um presente inegavelmente divergente. Não basta a vontade de ficar juntinhos no sofá: tem que existir desejo. E, se ele estiver mesmo morto, o melhor a fazer (pelos dois) é aceitar que você a amará por muito tempo - um amor fraternal e cuidadoso -, mas que deve vagar seu lugar na cama.

Se dá pra ser feliz numa relação sem sexo? Claro que dá. Se você for uma orquídea.

O que tem debaixo da sua cama???

 Na China realizaram uma pesquisa para descobrir o que se pode encontrar debaixo da cama das pessoas. O resultado foi impressionante: citaram desde meias apodrecidas a brinquedos eróticos até o caso incrivel do marido que achou - debaixo da cama! - a amante de sua mulher.

Entre os entrevistados, um jovem confessou que ajudou sua madrasta a mover sua cama e se deparar com uma coleção de brinquedos sexuais que ela escondia. Uma mulher disse ter se assustado com o cheiro estranho que emanava de sua cama, para logo descobrir que era proveniente de uma meia imunda de seu marido que estava escondida ali há anos.

No entanto, o prêmio pela citação mais insólita coube a um homem ao admitir que debaixo de sua cama encontrou uma mulher que era a amante de sua esposa.

Wayne Munnelly, porta-voz da cadeia hoteleira Travelodge que elaborou a pesquisa, explicou que "a cama é um lugar de repouso e seus arredores devem estar limpos e livres de obstáculos para ajudar a um descanso noturno, o qual inclui o espaço debaixo dela".

Up date: Você, certamente, não irá encontrar nada debaixo da minha. E debaixo da sua, encontrarei o quê?

"Os políticos brasileiros são os mais católicos do mundo.... Não assinam  nada sem levar um terço."

Bolsinha fashion???

 

Não sei quanto a vocês, mas eu usaria. Gosto de sair do convencional.

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O que você precisa ter para ser amado?

Durante muito tempo acreditei que o que me fazia amar um homem era a inteligência. Ficava enfeitiçada com citações, elucubrações e teses. Mas não era. De nada adianta um perito em física nuclear, se ele não rir das pequenas besteiras que faz, se não souber aproveitar um sábado quente simplesmente não fazendo nada (e curtindo o ócio), se virar um psicopata quando alguém o fecha no trânsito. Então saquei: bom humor era o que mais me atraía.

Sempre achei delicioso estar com alguém que não vê o mundo como uma grande e monstruosa boca cheia de dentes prestes a mastigá-lo, que vive sem arrastar correntes, faz de tudo uma possível piada. Só que nem tudo é uma piada e, em certas horas, tudo o que quero é alguém que me escute e diga algo que me conforte a alma. E, nesses momentos, o pior que pode acontecer é ser levada na piada - existe uma grande diferença entre alegria de viver e recusa a sair da infância. Pois é, não era bom humor o que me fazia amar alguém: era, antes, sensibilidade.

Telefonemas de bom-dia, atenção a informações aparentemente banais mas que dizem muito a meu respeito, não ficar azedo e arredio por causa das minhas pequenas (ou grandes) oscilações de humor - tudo o que eu podia querer. Quase tudo. Tenho personalidade forte e só sobrevive ao meu lado um homem que grite comigo quando eu passar dos limites do bom senso, demonstre desagrado quando eu exigir demais e oferecer de menos. Preciso ser cuidada, mas tenho que sentir que quem está comigo é um homem de verdade e não um principezinho criado pela avó. Quero ser domada, tomada. Mais uma vez minha certeza caiu por terra: nem inteligência, bom humor ou sensibilidade eram o que me fazia amar alguém. Era - isso, sim - virilidade.

Mal abrir a porta da sala e ser consumida por beijos. Ter a roupa arrancada no caminho da cozinha, ser jogada na mesa de jantar sem tempo pra pensar no que está acontecendo, só sentir e saber o tesão incontido daquele homem por mim. Ser desejada com urgência e paixão é um dos maiores elogios que uma mulher pode receber, mas só ser desejada de nada adianta, pelo menos não depois da décima trepada monumental: quando acaba o suadouro, o que resta? Se pouco importa o saldo, o que interessa mesmo é a movimentação, então estamos feitos. Mas, se existe a possibilidade de ser esmagada pelo vazio de sentido após o orgasmo, de nada vale. Pelo menos se não vier acompanhada de carinho. Taí: pensei, então, que carinho era a pedra fundamental pra despertar meu amor.

Mas logo descobri que não era. Carinho é um sentimento abrangente demais: nos invade desde a visão de um cachorro abandonado até a palavra confortadora para alguém que pouco nos importa mas a quem também não queremos mal. Não bastava, era muito pouco. Daí constatei que o essencial para que eu amasse alguém era notar no outro a vontade de ficar, o desejo de estar comigo. Constatei coisas demais e fiquei paralisada diante do ideal que havia criado: absurdo e fictício.

Hoje, enfim, aprendi que toda enumeração é uma estupidez e qualquer tipo de formulário emocional, uma passagem sem escalas pra frustração. Claro que gosto de homens cultos, atenciosos, interessantes, divertidos e viris - seria mentira negar. Mas a verdade é que, para que eu ame alguém, basta que eu ame alguém. Porque, quando se precisa justificar o amor, é porque ele não existe. Simples assim.

Meus tchutchucos...

Ontem, Lula e Lucca, na Praça da Liberdade/BH.

Cantata dividida

Desde os tempos de namoro, amavam-se numa língua que só os dois conheciam. Com ela trocaram juras, com ela inventaram uma canção. E mesmo depois de casados, embora falassem outras línguas na rua, ao fechar a porta de casa só em sua língua se entendiam.

Foi também em sua língua que se desentenderam e, depois de muitas brigas, resolveram separar suas vidas. Dividiram os cds, partilharam os livros, ficou ela com os móveis do quarto, escolheu ele os da sala, e até o piano dado pelos padrinhos foi feito em dois, cabendo a ela as teclas brancas, enquanto ele se contentava com as pretas.

Apesar da perda da metade do cotidiano, ela lutava para conduzir a vida a uma nova ordem quando, uma tarde, sentada frente ao que restava do piano, a revelação gelou-lhe as mãos. Só naquele instante, preparando-se para cantar, percebeu que o amor nunca mais lhe seria possível. O marido havia levado todas as consoantes da sua língua. E, subreptício, carregara consigo o segundo verso da canção. 

Piadinha do dia
Durante uma de suas consultas, aquele famoso ginecologista não resistiu à exuberância de uma de suas pacientes e avançou o sinal.
Ao sentir que o exame de toque havia virado uma orquestra, a mulher deu um pulo da maca, vestiu-se atabalhoadamente e desembestou porta afora:
- Socorro! Tarado! Esse cara é um tarado!
Estupefatas, na sala de espera, as outras pacientes levantaram os olhos das revistas Veja e Época do ano retrasado e assistiram à mulher sair correndo.
Logo o médico surge na porta e esclarece:
- Desculpem-me do transtorno! Essa mulher sofre de uma terrível síndrome e eu a aconselhei a procurar ajuda psiquiátrica. Ela teve um surto e acabou fazendo esse escândalo. Pobre coitada!
Balançou a cabeça e entrou em sua sala novamente.
Logo em seguida, entra a secretária.
- E aí? - pergunta ele. - Acha que fui convincente?
- O discurso foi bom, mas faltou um pequeno detalhe: o senhor se esqueceu de vestir as calças!
Como minha paixão é gato...
 Você conhece o gatinho Steve Wonder???
I will survive...

Findi passou rápido, pra variar. Ele fez a maior parte da maquete do Lucca, que ficou uma tchutchuquinha de tão bunitinha.

A diversão foi garantida e a semana já começa na correria.

Vou ali tomar um chazinho e volto djá.

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