Hoje vai ter uma festa; bolo, guaraná, muitos doces pra você....

 

Então, pipol... Como eu já disse, amanhã é o niver dele. Mas a gente resolveu começar a comemorar a partir de hoje, que não somos bobos.

Logo mais, amigos chegarão pra bebermos, comermos, jogarmos conversa fora. Se alguém quiser se juntar à tribo... tá esperando o quê??

Vou ali dar um beijinho no príncipe e volto djá.

Sentes o que eu eu sinto, agora? Aquele frio que corre a espinha em busca daquilo que mais queremos? Sentes o tesão, o arrepio, a vontade louca de seres meu, somente meu? Sentes a boca que a minha procura sem dó, num afã sem trégua? Sentes, enfim, o amor que sinto por ti e que faz com que eu, a cada minuto, te deseje mais e mais? Sentes?

Piadinha pro fim-de-semana
Consulta ao pediatra

Uma mulher leva um bebê ao consultório do pediatra. Depois de alguns momentos de espera na sala, ela entra no consultório.
Depois da apresentação, o médico começa a examinar o bebê e vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta:
- O bebê bebe leite materno ou de mamadeira?
- Leite materno, diz a senhora.
- Então, por favor mostre-me os seus seios.
- A mulher obedece e o médico toca, apalpa e aperta ambos os seios, num exame detalhado:
- Pode colocar a blusa.
Depois da senhora estar novamente composta, o médico diz:
- É claro que o bebê tem peso a menos. A senhora não tem leite nenhum.
- Eu sei, doutor. Eu sou a avó.Mas adorei ter vindo...

Que legenda você daria???

Pra quem não sabe, essa foto foi tirada quando um policial encontra, numa batida, essa espada (ou alguma coisa do tipo).

O que passa na sua cabeça??

Êba!

Depois da correria dessa semana, finalmente o findi chegou. Não é o meu caso, porque não vou emendar o feriado, mas pra quem vai, aproveite por mim...

Esse findi vai ser especial, já que domingo é o niver do Lula. Vamos receber nossos amigos amanhã à noite, pra tomar umas, beliscar outras e jogar aquela conversa fora. Tudibom, né?

Ótimo findi pra nós. Porque nós merecemos, uai.

Quem é que vai pagar por isso?

Foi com surpresa que me deparei outro dia com um costume que eu jurava que não existisse mais. Estava jantando num restaurante com meu namorado quando o garçom trouxe dois cardápios para a mesa. Ambos
listando todos os pratos da casa, mas o meu, sem os preços. Quem deve pagar a conta, afinal? Como se houvesse uma resposta única para uma questão tão complexa. Vamos resolver isso de uma vez por todas: no caso de ser apenas um casal de amigos, cada um paga a sua parte, a não ser que um queira fazer uma gentileza para o outro. O outro, elegantemente, retribuirá numa próxima vez. Terminada a sessão amigos, vamos ao que interessa: encontros amorosos, sexuais ou matrimoniais. Queridas feministas, fiquem fora disso.

Se o homem convidou a mulher para jantar pela primeira vez, ele paga. Não tem acordo.

Se o homem convidou a mulher para jantar pela segunda vez, paga de novo.

Se está meio duro, que a convide para um lugar modesto, sem problema.

Se esses jantares evoluíram para um namoro, ninguém mais está convidando, eles simplesmente combinaram de comer alguma coisa depois do cinema, então ela pode começar a pagar de vez em quando.

Se ele andou aprontando, sendo grosseiro ou pisando na bola, podem estar juntos há 20 anos: ele paga. Caro.

Se ela andou aprontando, sendo grosseira ou pisando na bola, ele paga também, para que ela não pense que as coisas se resolvem assim tão facilmente, com uma continha de restaurante.

Se ele não tem um tostão, está desempregado, quebrado, falido, mas compensa sendo um cara sensacional, ela paga quantas vezes for preciso (mas torcerá, em silêncio, para que essa situação seja passageira).

Se ela não tem onde cair morta, mas é tão doce que faz questão absoluta de pagar pelo menos uma vez na vida, ele a leva para comer um cachorro-quente e permite que rachem a conta.

Se os dois são milionários, ele paga.

Se os dois são duros, estão fazendo o que num restaurante?

Se o casamento está em crise, ele paga. Era só o que faltava fazê-la chorar e arcar com a conta ainda por cima.

Se o casamento está em plena lua-de-mel, ele paga. E vai achar barato.

Se ela é uma deusa e ele um medonho, ele paga.

Se ele é um gato e ela um tribufu, nada muda, ué: ele paga.

Se ele é um gato, um papo ótimo e uma cama melhor ainda, ela cozinha em casa para ele e nunca mais o deixa escapar.

Se ele é grosso, ignorante e mal-educado, ela paga a conta e pede licença para ir ao toalete, quando na verdade vai pegar um táxi para casa e providenciar a troca do número do telefone.

Se você não se encaixa em nenhuma dessas situações, ele paga.


Up date: Texto de Martha Medeiros, publicado na revista O Globo, em 25.03.07.

Up date two: E você? Você paga???

Piadinha do dia:
Tá rolando uma festa e o Lula é barrado na entrada pelo segurança:
- Por favor, senhor, a sua identidade.  
Lula replica: - Como assim "identidade"? Eu sou o Lula, não tá vendo???
- Perdoe, senhor, mas existem muitos sósias por aí e a ordem dos organizadores da festa é pra só permitir a entrada mediante apresentação do documento de identidade.  
- Cacete, mas eu não trouxe a identidade!!!
- Bem, senhor, esse tipo de situação já aconteceu com outras pessoas conhecidas; por exemplo, pro Pelé, que também havia esquecido a identidade, eu pedi que fizesse umas embaixadas, o rei fez 100 totós rapidinho e
pôde entrar sem problemas, pro Oscar eu pedi que fizesse umas cestas... O mão santa foi lá e fez 50 seguidas...e assim por diante...
- Caralho, MAS EU NÃO SEI FAZER PORRA NENHUMA!!!
- Seja bem-vindo, Sr. Presidente, perdoe pelo transtorno.
Mardito vício...

Não faça o que eu mando

Tenha coragem de fazer o que quer.

Livre-arbítrio. Estou para conhecer algo que seja mais importante que isso. Alegria, tranqüilidade e felicidade são ótimas companheiras, mas se resumem a um amontoado de sensações fugazes se não forem permeadas pelo livre-arbítrio - nenhuma imposição externa dura muito, sequer ceder a elas surte algo de positivo. Por mais que tentem nos dissuadir da idéia, a verdade é que fazemos de nossas vidas o que queremos e não o que é "certo", porque "certo" não existe.

Muitas vezes, diante de uma decisão, me pego preocupada em não magoar ninguém, em ser justa. O que geralmente acontece quando você ouve "A última coisa que eu quero no mundo é te magoar"? Toma uma bem dada, provavelmente. É isso que ocorre quando violentamos nossa natureza e agimos baseados no padrão moral imposto pelos outros, quando tentamos ser corretos: a longo ou curto prazo, magoamos todo mundo. A preocupação em ser legal perante os olhos alheios nos faz cometer mais sacanagens do que a vontade assumida de agir como um grande f.d.p.: enquanto a segunda é explícita, a primeira vem fantasiada de boas intenções, de preocupação solidária. Mas nem o maior dos nossos esforços logra o que realmente se passa em nós; o inconsciente nos trai quando menos esperamos: numa frase áspera, numa olhada torta. E então todo o esforço em construir (e acreditar) uma imagem benévola vai para o ralo, e propagamos nosso desagrado em progressão geométrica - nada pior que pessoas mal comidas, falsos moralistas e covardes.

Seria tudo mais simples se parássemos de ser maniqueístas e assumíssemos nossa humanidade, tomássemos consciência de que quem cospe para cima sempre acaba catarrado na testa. Não confio em pessoas boazinhas ou más demais porque já vi beatas que, fora da igreja, julgam a vida do vizinho; políticos corruptos que dão dinheiro para caridade. O mundo não está dividido em humanos vis e angelicais, em vagabundas e garotas de família, em Judas e Jesus. Se hoje você ajuda uma velhinha a atravessar a rua, amanhã xinga seu vizinho de veado. Faz parte de nós, simples assim. O que fazer com isso é outra história...

Posso ser, para alguns (e para mim, vez por outra), moralmente indeterminada, ter uma conduta dúbia, pregar o amor e trair. Dane-se. Só eu sei como sou, pelo que passo, o que me move. Se algum ato meu magoar alguém? Pena. Antes isso do que me fazer de idiota fingindo ser bacana e me remoer de raiva enquanto sorrio. Se algum ato meu magoar alguém e eu ficar mal por isso? Então saberei como não devo agir da próxima vez. Só quem erra compreende o acerto.

"A vida é cair sete vezes e levantar oito." O ditado é chinês e, como tudo do Oriente, parece meio babaca à primeira vista (assim como comer arroz empapado, entoar mantras e honrar o mestre), mas não é. Foi assim que aprendi que preciso ser - antes de qualquer coisa - verdadeira comigo. Preciso bancar a minha felicidade mesmo que ela passe por territórios estranhos aos outros, mesmo que eles me vejam deturpada por todas as suas projeções, mesmo que eu ganhe rótulos desagradáveis, mesmo que eu sofra ou caia. Não importa, porque, por mais constrangedor e desagradável que isso seja, já aprendi a levantar.

Guto

 Então. Guto é meu amigo, além de blogueiro. Blogamos , junto com outros amigos. E, agora, estamos iniciando uma campanha: PROCURA-SE NAMORADA PRO GUTO.

Ele é um cara do bem, tem uma Ong linda. De descendência grega, é um verdadeiro palhacinho, no bom sentido.

E tá doido pra encontrar a outra metade da sua laranja. A hora é agora, meninas.

Depois não reclamem se tiverem que pegar senha. Claro que as candidatas serão avaliadas, sob a minha aprovação.

 

Eu amo BH radicalmente!

 Meu amigo Chawca me intimou, ontem, a fazer um post sobre os pontos turísticos de minha cidade. Como sou menina e mineira obediente, vamos lá:

Pampulha

Distante 8 km do centro de Belo Horizonte está a Região da Pampulha, com um grande lago artificial, com belas e modernas residências. Ali há um conjunto arquitetônico de importantes obras: a Capela de São Francisco de Assis, localizada na beira do lago, projetada por Oscar Niemeyer e decorada com pinturas de Candido Portinari, recebeu jardins do paisagista Roberto Burle Max.É também na Pampulha que se encontra o estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido como o Mineirão, o segundo maior estádio de futebol do país; o Mineirinho, recorde de público mundial em uma partida de volei (aproximadamente 24 mil pessoas), a Casa do Baile, o Museu de Arte da Pampulha (MAP), o Parque Ecológico da Pampulha, o Jardim Botânico de Belo Horizonte, Parque Guanabara e o Jardim Zoológico da cidade.

Alto das Mangabeiras

Subindo a avenida Afonso Pena, encontra-se o bairro das Mangabeiras, um dos bairros mais altos e mais nobres de Belo Horizonte. Entre as grandes mansões e a serra do Curral estão a Praça da Bandeira e a Praça Governador Israel Pinheiro, conhecida popularmente como Praça do Papa: em 1980, durante a visita do Papa João Paulo II, ele exclamou: "... e que belo horizonte!". O fato acabou batizando a praça, que é um dos melhores locais para se avistar toda a cidade. Há também a Rua do Amendoim, que devido a uma ilusão de óptica, parece fazer os carros andarem contra o sentido da gravidade. Subindo além da Praça do Papa, chegamos ao pé da Serra do Curral e seguindo pela Avenida José do Patrocínio Pontes, chegamos à entrada principal do Parque das Mangabeiras, criado em 1983 pela Prefeitura de Belo Horizonte, grande reserva natural e local de entretenimento ao pé da serra acima citada. O bairro das Mangabeiras é o ponto mais alto e mais belo da capital mineira.

Savassi
 
Mais que um bairro, a Savassi é uma região tradicional de comércio na cidade e de vida noturna, com muitos clubes, restaurantes, casas de shows e boates: Mary in Hell, A Obra, Pop Rock Café, Chevrolet Hall, Josefine/Joy, Café com Letras. Engloba a Praça da Liberdade, um grande shopping (o Pátio Savassi), parte da avenida do Contorno e o ínicio da avenida Nossa Senhora do Carmo.
 
Feira da Afonso Pena

Popularmente conhecida como Feira Hippie, é local onde milhares de turistas visitam aos domingos para fazerem compras nas várias barracas. São vendidas roupas e artesanato, em um amplo espaço na Avenida Afonso Pena - que é fechada para os carros no domingo - numa distância de cerca de 2 quilômetros.

Mercado Central
 
No centro de Belo Horizonte está o Mercado Central, centro de comércio e grande atração turística de Belo Horizonte. O mercado foi criado em 7 de setembro de 1929 com o intuito de reunir num só local os produtos destinados ao abastecimento dos então 47.000 habitantes da cidade. Ao longo dos anos foi ampliando suas atividades e hoje além de produtos alimentícios pode-se encontrar lá desde artesanato a animais de estimação, de artigos religiosos a relojoaria, dentre várias outras especialidades em suas 400 lojas. Essa diversidade fez do Mercado Central um centro popular da cultura mineira, onde há o convívio de realidades sociais diversas que o tornam ainda mais interessante. No mercado Central se encontra desde animais, flores, artesanatos, frutas, queijos de todos os tipos e comidas. Um prato famoso de tira-gosto é fígado com jiló.
 
Missão cumprida? E já sabem: quando vierem a BH, não esqueçam de chamar Branca de Neve pruns chopps....
Como as aparências enganam...
Começando a quarta-feira...

O motorista do Papa

O Papa chegou ao Brasil em missão não oficial e trouxe um motorista negão!!!
Ele tinha um compromisso e estava atrasado e o motorista não passava de 80 km/h, e a toda hora o Papa falava pro negão andar mais rápido e nada... 
Ele continuava nos 80 km/h. Aí o Papa disse:
- Deixe que eu mesmo irei dirigindo. E foi; o negão ficou no banco de trás.
E o próprio Papa foi levando o carro a 140 km/h, quando um guarda rodoviário mandou o Papa parar e quando viu quem era, resolveu passar um rádio pro chefe dizendo: 
- Chefe peguei um cara importante voando na Dutra, o quê que eu faço???!!!
- Quem é... um deputado? Perguntou o chefe.
- Não chefe, é mais importante.
- É um senador? 
- Não chefe, é mais importante ainda.
- Então, é um governador de estado!
- Que nada chefe, é mais importante ainda...
- Então só pode ser o próprio presidente!!! 
- É mais importante que o próprio presidente, chefe...
- PUXA, nesse caso então só pode ser o Papa!!!
- Que nada chefe. O Papa é apenas o motorista dele. É o próprio São Benedito............ em pessoa...!!!

Seus pobremas acabaram-se

 

Sim, amigos quilidos. Não conseguem acordar pela manhã quando aquele "lindinho" do despertador toca? Vontade de dar porrada? Isso vai ser coisa do passado...

Esse despertador aí de cima, ao acordar você, com todo jeitinho, expele um cheirinho de bacon, comidinha caseira, pronta pra ser devorada. Não acredita? Mas é a pura verdade.

Agora você não vai ter mais desculpas para não levantar. Mesmo que passe o resto do dia com cheirinho de baconzitos.

Vai encarar???

Esse blog também ensina

Em português: Três bruxas observam três relógios Swatch. Que bruxa observa que relógio?

Em inglês: Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?

Repete bem rápido, vai. Aposto que o seu inglês vai ter aprimorado 100%.

  

"Abençoados sejam os pessimistas, pois eles fizeram back-ups."

Incentivo ao esporte: mas jogue com moderação

Gol de segundo tempo

Casar de novo pode ser sua maior vitória.

Meu marido solta pêlo: os azulejos brancos do banheiro ganham, toda manhã, desenhos abstratos feitos de pequenas espirais negras que insistem em grudar no meu pé (só ando descalça em casa e sempre termino com coisas estranhas entre os dedos). É tão peculiar que merecia ser instalação da Bienal.

Eu tenho mania de limpeza.

Gosto de gatos.

Ele despreza felinos.

Ele ama Beatles, guitarra e música.

Eu, televisão, livros e Bon Jovi.

Tínhamos tudo para nem pensarmos em uma vida em comum, mas ambos trazem algo em si que nos fez rir das (aparentemente) problemáticas diferenças e construir uma deliciosa vida juntos: estamos no segundo casamento.

A vitória da esperança sobre a experiência? Pode até ser, mas prefiro acreditar que se trata mais de ter aprendido, com o dia-a-dia, que se ater a detalhes dissonantes é um atalho bom à beça pro precipício. Viver com alguém é muito mais do que compartilhar experiências passadas comuns: é ter o desejo quase incontrolável de ter experiências futuras comuns. Não é pensar ter encontrado quem louve tudo o que amamos e odeie tudo o que desprazamos-isso é narcisismo, não casamento. Estar casado é respeitar os maus humores, deixar passar comentários sabidamente imbecis ou atitudes impensadas. É gostar de acordar ao lado, respeitar o desejo de solitude ocasional (e não tomar isso como uma confissão de repulsa). Estar casado é saber a hora de prestar atenção e o momento de se fingir de morto.

Questão de referencial

O segundo casamento é mais leve, apesar de ambos terem mais carga.

Traz os medos de repetir os erros do primeiro, mas também a vontade de não cometê-los. Aumenta a maleabilidade e diminui a petulância. Dá a dimensão exata do que é compartilhar a vida com alguém-e também a de que a mesma não acaba se essa pessoa for embora.

O segundo casamento ri de si mesmo porque sabe que é bem melhor do que chorar ou xingar.

Ele carrega o know-how do primeiro e preserva a inocência do pra sempre.

Jamais me casei pensando em me separar, nem sou daquelas mulheres que constróem muros emocionais para se proteger da vulnerabilidade que o amor carrega; apenas sou prática e crédula o bastante pra sacar que, se uma coisa acaba, é porque outra vai começar. Outra melhor, mais brilhante, completa. Não somos obrigados a acertar de primeira, e não é nenhum demérito tentar de novo. Não é nenhum pecado ser feliz, mesmo se a pessoa que viveu conosco ainda acreditar piamente nisso.

O segundo casamento me deu a lição que me fez uma mulher menos encanada e briguenta e muito mais zen: se ele solta pêlo, bem que eu posso calçar os chinelos.

Baba, baby, baba...
 Lucca, nesse findi no sítio, segurando um filhotinho. A mãe, aqui, é que não pára de babar....
Ricardão a pilha
Por que as senhoras de fino trato andam tão caidinhas pelo vibrador?
por Gisela Rao (Revista VIP)

Cuidado, amigo: eles estão invadindo sua praia! São branquelos, pontudos, fosforescentes, mas não falam “ET phone home”. Imagine você chegando em casa com uma garrafa de vinho e um buquete de flores (eu disse “bu-que-te”) bem vermelhas. Você procura a sua mina na sala e nada. Você procura a sua mina na cozinha e nada. Começa, então, a ouvir uns gemidinhos de filme pornô, mas - ops! - vocês não têm nenhum filme pornô em casa. Você sobe as escadas pro quarto com a boca seca, o estômago gelado e o sangue nos olhos. Ela está lá, na cama, toda linda e toda nua, mas está sozinha. Como assim, sozinha? Você desconfia, vai direto pro armário e fica cara a cara com o amante de sua mulher. Não, herói, o Ricardão já era. Quem tá traçando a patroa é ele: o vibrador! Você pira na batata e não sabe o que fazer: se bota o vinho no jarro e bebe as flores, se vai embora ou se enche o objeto comprido e esbranquiçado de porrada. Você olha pra ela com aquela cara de chifrudo, pedindo explicação. A gata enrola o dedinho nos cachos do cabelo e diz, tranqüila: “Calma, amor, é só um vibrador. Ele não significa nada pra mim e de maneira nenhuma substituirá o seu pininho…” Pininho? Ainda por cima ela chamou o seu tiranossauro rex de pininho? Danou-se. Você está moralmente aniquilado. A tecnologia japonesa invadiu sua casa e só falta o desgraçado do objeto abraçar a mina após a transa, porque nos “cinco sem tirar” ninguém é páreo pra ele.

Sandália pink

Muita calma nessa hora, caríssimo leitor. Nem tudo está perdido. Você tem outras vantagens sobre o “incansável”. Quem vai levar a gata pra passear? Por acaso você já viu alguma mina abraçando um vibrador no cinema? Ou comendo sushi com um? Quem seguraria os hashis dele? Ela? O garçom? Aí vem a pergunta que não quer calar: por que, afinal, com mil gosmas de babosa, o mulherio tá aderindo ao vibrador? Segundo as especialistas no assunto:
— “Porque tá faltando pinto de qualidade intelectual no mercado.”
— “Ah, ter vibrador é fashion. Virou moda, que nem sandália pink.”
— “Pela praticidade, né? Você usa, lava e guarda pra usar de novo! Homem, às vezes, dá muito trabalho.”
— “Porque, depois da transa, o vibrador não pergunta: foi bom pra você?”
— “Porque, antigamente, era muamba da boa, papa-fina. Ninguém tinha, só as amigas que traziam do exterior. Agora tem em todo lugar, até na feira.”
— “Porque vem numa caixinha discreta. Nem o porteiro desconfia. Acha que é CD.”
— “É o ‘cinco contra um’ feminino, ora…” Eu? O que acho? Acho que o vibrador tá vendendo a rodo porque as mulheres estão mesmo cada vez mais liberadas e porque, pra sua sorte, pararam de jogar a responsabilidade do prazer delas nas suas mãos. As minas encontraram o mapa da mina. Ou seja: estão se conhecendo melhor. O que te resta fazer? Ménage à trois, sem medo de ser feliz! Não esquente a cabeça e lembre-se: nada, absolutamente nada, substitui um bom homem.

E você: concorda ou discorda?

Da Série: Morro e não vejo tudo
 
Bom dia!!

E eu que queria ficar sossegada no findi.... Então. Minha amiga, o marido e a filha, passaram lá em casa no sábado, de supetão, e "sequestraram" a mim, Lula e Lucca pro sítio dela. Fazer sacrifícios na vida faz parte, né (hehehe!)?

Nem preciso dizer que estava ótimo, nos divertimos muito e, chegando à tardinha de ontem, ainda tínhamos aniversário de um coleguinha do Lucca para ir. Não houve docinho que chegasse, é claro, pra mim.

Mas a segundinha está aí pra quem quiser chorar.

Mas vamos rir, porque ainda é o melhor remédio. Bom dia, pessoaaarrrr!!

 

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