
Adoro ser acordada por você, no meio de madrugada. Ainda com sono, sem saber se é sonho ou realidade, sinto sua mão percorrendo meu corpo e um arrepio vem. Ainda meio que adormecida, procuro você. Percorro seu corpo, que, colado ao meu, está queimando, apesar do frio lá fora. Sua boca procura a minha e nossas mãos se encontram. Que dormir, que nada! O que eu quero mesmo é dar... e receber o amor que nós dois merecemos.
"Coitada, foi usada por aquele cafajeste".
Ouvi essa frase num bar. Pelo visto a coitada em questão financiou algum malandro, ou serviu de degrau para um alpinista social, sei lá, só sei que ela havia sido usada no pior sentido, deu pra perceber pelo tom do comentário.
Mas não fiquei com pena da coitada, seja ela quem for.Não costumo ir atrás desta história de "foi usada".
No que se refere a adultos, todo mundo sabe mais ou menos onde está se metendo, ninguém é totalmente inocente.
Se nos usam, algum consentimento a gente deu, mesmo sem ter assinado procuração.
E se estamos assim tão desfrutáveis para o uso alheio, seguramente é porque estamos nos usando pouco.
Se for este o caso, seguem sugestões para usar a si mesmo:
Comer, beber, dormir e transar, nossas quatro necessidades básicas, sempre com segurança, mas também sem esquecer que estamos aqui para nos divertir.
Usar-se nada mais é do que reconhecer a si próprio como uma fonte de prazer.
Dançar sem medo de pagar mico; dizer o que pensa mesmo que isso contrarie as verdades estabelecidas;
Rir sem inibição – dane-se se aparecer a gengiva.Mas cuide da sua gengiva, cuide dos dentes, não se negligencie.
Use seu médico, seu dentista,sua saúde.
Encoste-se na sua própria experiência e intuição, honre sua história de vida, seu currículo, e se ele não for tão atraente, incremente-o.Use sua voz: marque entrevistas.Use sua simpatia: convença os outros.Use seus neurônios: pra todo o resto.
E este coração acomodado aí no peito? Use-o, ora bolas.
Ou porque seu casamento até-que-a-morte-os-separe durou "apenas" 13 anos.
Não enviuve de si mesmo, ninguém morreu.
Use seus olhos para ler, chorar, reter cenas vistas e vividas – a memória e a emoção vêm muito do olho.
Use os ouvidos para escutar boa música, estímulos e o silêncio mais completo.
Use as pernas para pedalar, escalar, levantar da cama, ir aonde quiser.
Seus dedos para pedir carona, escrever poemas, apontar distâncias.
Sua boca pra sorrir; sua barriga para gerar filhos, seus seios para amamentar; seus braços para trabalhar;
sua alma para preencher-se; seu cérebro para não morrer em vida.
Use-se.Se você não fizer, algum engraçadinho o fará. E você virará assunto de bar.
Use-se.
Ok, ok, que o dia das Mães tá chegando. E você, filho(a) esperto(a), já comprou o presentinho da mammy.
Mas essa sugestão vai pra aqueles que têm mulher (marido), namorada(o), amante, cacho, caso, whatever. E usam essa desculpinha de João sem braço para não... ah, vocês sabem. Já vou dizendo que essa desculpa, entre outras, não é, definitivamente, minha praia. Se não quero, digo e pronto (vamos combinar que foram raríssimas vezes, hehehe!)
Mas taí a dica: afinal, uma camiseta vale mais do que mil palavras.
Hoje é aquele dia tão esperado (pelo menos por mim). Findi tá chegando e o que vier, é lucro: rever os amigos, tomar aquela geladinha (por causa do frio, tô mais prum vinhozinho mais tarde), ver um filminho maneiro e aquele cobertor de orelha, que não somos bobos.
Que o findi seja pro descanso, diversão e o que mais vier...
Up date: Deixo aqui registrada a minha indignação quanto ao jogo de ontem, Galo x Botafogo. Que aquele pênalti foi roubado, isso foi. E ai de quem disser o contrário (não me contaram, meninos, eu vi pelo Sportv).

... iriam dizer que é intriga da oposição, porque sou atleticana. Cada um entende como quer. Ou a voz do povo é a voz de Deus.
Desde que nascem, as mulheres andam com bolsas. O tipo de bolsa e o seu conteúdo variam somente com a idade, o conteúdo é sempre o mesmo! Confira:
De 0 a 6 meses:
Sua bolsa é da loja infantil, todinha rosa, e custou por volta de R$200,00. Sua mãe ou babá é quem carrega, pois nesta idade a única coisa que a mulher faz é cagar nas fraldas. O que tem dentro:
- 1 pacote de fraldas descartáveis
- Creminhos e lencinhos, tudo rosa
- 2 chupetas rosa
- 3 mudas extras de roupinhas rosas
- 1 mamadeira com leite com a tampa rosa
- Uma infinidade de paninhos rosas
- Uma pequena farmácia
10 anos de idade:
Sua bolsa tem a Barbie ou a Hello Kitty estampada na frente, e custou por volta de R$50,00. O que tem dentro:
- Prendedores e fivelinhas coloridas
- Chicletes
- Diário íntimo da Barbie
- Pente fluorescente com cheirinho de morango
- Foto do Kaká
- 5 Reais
- Telefone Celular da Xuxa
- Carteirinha do Colégio
- Chave do diário da Barbie e do cadeado da bicicleta
- Um bichinho de pelúcia
20 anos:
Sua bolsa é do camelô ou da feirinha, e não custou mais de R$ 15,00. O que tem dentro:
- Óculos com lentes coloridas
- Agenda
- Escova, blush e batom
- Foto do namorado
- Flyers para diversas festas
- Dinheiro trocado
- Telefone Celular que troca a frente e toca musiquinha
- Chaves de casa
- 1 MP3 Player
- Absorvente, anticoncepcionais e camisinha
30 anos:
Sua bolsa é da Victor Hugo ou Lui Vuiton, não custou menos de R$ 2.000,00. O que tem dentro:
- Óculos de sol
- Adoçante em saquinho
- Agenda eletrônica
- Absorvente higiênico
- Necessaire (combinando com a bolsa)
- Foto do seu bebê
- Cartão do banco
- Telefone Celular pequeno e moderno. Toca fazendo “trim”.
- Chaves de casa e do carro
- Chupeta esquecido do último passeio com seu bebê
- Uma calcinha limpa
40 anos:
Ainda usa a mesma bolsa dos 30, afinal foi caríssima. O que tem dentro:
- Óculos de sol e de grau
- Lexotan
- Tampax tamanho Extra Grande
- Telefone Celular desligado ou sem bateria
- Pinça de depilação e algumas lixas de unha
- A mesma foto de sempre do seu bebê
- Uma barra de cerais amassada
- Cartão de crédito e débito
- Chaves de casa, do carro e do escritório
- Um par de meias sobressalente
- Uma calcinha usada
Aos 50 anos:
Sua bolsa é emprestada da filha de 20 anos, para parecer mais jovem (e ainda economizou). O que tem dentro:
- 2 pares de óculos (1 para perto e 1 para longe)
- Lexotan e Prozac
- Livro de auto-ajuda
- Perfume
- 3 fotos 3×4 velhas
- (Esqueceu o Telefone Celular em casa)
- Cartão do banco, de crédito e talão de cheques
- Chaves de casa, do carro e do sítio
- 1 barra de chocolate
Aos 60 anos:
Sua bolsa é: um saco de crochê com alcinhas finas, um saco plástico e uma sacola de papel de loja de roupas, tudo junto. O que tem dentro:
- 2 pares de bifocais (1 deles com a haste quebrada)
- Uma pequena farmácia
- Cartão de gratuidade do ônibus
- Cartão-telefônico para orelhão
- Cartão desconto da Farmacia Onofre
- Agendinha telefônica ensebada com as folhas caindo
- Guarda-chuva de camelô
- Fotos dos netinhos
- Porta-moedas
- Chave de casa e da casa dos filhos
- Um tuppeware com alguma coisa azeda dentro.
- Um saquinho plástico (só quem tem 60 ou mais sabe pra que serve isso).
O dia das Mães está chegando e nada como começar a comemorar. Havia na revista "Pais e Filhos" um espaço do Pedro Bloch, sobre coisas engraçadas que as crianças diziam. Essas historinhas são verdadeiras:
Uma menina estava discutindo com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível uma baleia engolir um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia.
I rritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível. A menina, então disse: "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas".
A professora ironizou: "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?"
A menina respondeu: "Então, é a senhora que vai lhe perguntar."
************
Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente, passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava.
A menina respondeu: "Estou desenhando Deus."
A professora parou e disse: "Mas ninguém sabe como é Deus."
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina r espondeu: "Saberão dentro de um minuto".
*************
Uma professora de escola bíblica estava discutindo os dez mandamentos com seus pupilos de 5 e 6 anos. Depois de explicar o mandamento de "honrar pai e mãe", perguntou:"Tem algum mandamento que nos ensine como tratar os nossos irmãos e irmãs?"
Um menino, o mais velho de sua família, respondeu: "Não matarás."
************
Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luis Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
"E como aconteceu isso?" Perguntou a mãe assustada.
"Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, "mas três meninas me a judaram a segurá-lo".
************
Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos Brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou: "Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?"
A mãe respondeu: "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco."
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse: "Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?"
****************
Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
"Como você soube disso?" perguntou a mãe.
"Papai os levantou e olhou por baixo", respondeu o menino. "Acho que ali estava a etiqueta".
***************
Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-las a comprar uma cópia da foto do grupo. "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos dizerem:'Ali está Catarina, que é advogada', ou também, 'Este é o Miguel. Agora é médico'...
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala: "E ali está a professora. Já morreu."

Propostas podem ser enviadas diretamente pro castelinho da Branca de Neve.
Do Aroeira.
Os dois caipiras se encontram no ponto de ônibus em Cocalinho para uma pescaria.
- Então cumpade, tá animado? Pergunta o primeiro.
- Eu tô, home!
- Ô cumpade, pro mode que tá levano esses dois embornal?
- E que tô levano uma pingazinha, cumpade.
- Pinga, cumpade? Nois num tinha acertado que num ia bebe mais?!
- Cumpade, é que pode aparecê uma cobra e pica a gente. Ai nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a do.
- E... e na outra sacola, o que qui tá levano?
- É a cobra, cumpade. Pode num te lá...
Uma pesquisadora do IBGE bate a porta de um sitiozinho perdido no interior:
- Essa terra dá mandioca?
- Não, senhora. - responde o roceiro.
- Dá batata?
- Tambem não, senhora!
- Dá feijão?
- Nunca deu!
- Arroz?
- De jeito nenhum!
- Milho?
- Nem brincando!
- Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
- Ah! ... Se plantar é diferente.
Procurar a felicidade eterna é a melhor maneira de ser infeliz.
Não temos obrigação de ser felizes nem fomos colocados no mundo para alegrar os outros.
Nascemos para ser nós mesmos - a tarefa mais difícil de todas.
Nos privamos do direito à tristeza. Ao menor sinal de sua presença, nos entupimos de antidepressivos, como se momentos de introspecção fossem doença e o padrão normal fosse vivermos imersos numa comédia romântica infindável. Pior: fosse essa capacidade a medida de nosso êxito. Mas o êxito só pode ser medido pela aptidão de abraçar nossas idiossincrasias, de lidar com o que não gostamos ou entendemos em nós - nosso maior êxito é ter coragem de assumir quem somos e deixar de imitar condutas incutidas e socialmente aceitáveis.
Homens choram, sim.
Mulheres, mesmo nos dias de hoje, podem ser meigas.
Estar sempre preparado para o ataque é tarefa de guepardos, não nossa.
Alegria incessante é função de apresentadores de TV.
Precisamos, com urgência, relaxar e aceitar que "Um dia de chuva é tão belo quanto um dia de sol/ Ambos existem; cada um como é" (Alberto Caeiro). Só assim respiraremos tranqüilos, sem nos sentirmos fracassados, diante de uma melancolia corriqueira. Para parar de ter medo do bicho-papão que mora embaixo da cama, é preciso olhar para debaixo dela: medos só perdem a força quando são firmemente encarados.
Cerceamos a vida de maneira letal ao exigir extrair prazer de tudo o que nos cerca: a comida deve ser orgásmica; o cinema, brilhante; o amor, estelar. Incutimos até num pedaço de bolo a obrigação de nos inundar de prazer. E essa busca demente da felicidade se torna demoníaca porque traz consigo a massacrante sensação de derrota - nada é capaz de nos suprir de alegria, por mais esforço que façamos, porque precisamos do desalento eventual para sermos completos. Só nos contos de fadas aparecerá o herói, a mítica figura salvadora, que decretará: "Todos serão felizes para sempre", e a dor sumirá. Na vida real, somos completamente responsáveis pelo que fazemos conosco, ninguém executará a tarefa por nós.
Não conseguimos - por mais que acumulemos itens, pessoas, realizações e prêmios - sorrisos perenes e autênticos. E nos sentimos (às vezes, vagamente; outras, arrasadoramente) perdedores, fracos, largados. E então exigimos a felicidade. Clamamos por ela. Nos entorpecemos tencionando atingir o êxtase perfeito. Bebemos. Cheiramos. Usamos tudo o que possa alterar nosso ânimo, que ofereça uma breve promessa do paraíso, dilua a angústia. Qualquer coisa que nos deixe felizes até o dia seguinte, de onde recomeçaremos o ciclo, ignorando os motivos desse vazio incômodo que clama para que vejamos a nós mesmos.
A alegria não virá dentro das sacolas de compras, no porta-luvas do carrão novo, nas coxas durinhas da conquista da semana: essas coisas são nossa dose diária (e até necessária) de anestesia que adia encararmos o fato mais banal e amedrontador da vida: não existe bálsamo milagroso para nossa solidão intrínseca, e ela faz parte de nós tanto quanto a vontade de rir solarmente - ignorá-la é fechar a porta para tudo o que ela pode ensinar.
Ignorá-la é enterrar metade de você.
À noite sentiu-se sozinha e com uma sensação de liberdade que nunca havia sentido antes.
Decidiu chamar uma dessas "empresas de acompanhantes", cujos folders de propaganda estão nas mesas dos quartos de alguns hotéis nas grandes cidades. Localizou, sem dificuldade, um que oferecia serviço masculino,
denominado "ferótico".
Com o encarte nas mãos molhadas de suor pela expectativa, discou o número marcado.
- Alô! Atendeu uma voz masculina marcadamente sensual.
- Alô. Eu preciso de uma massagem... Não, espera! Na realidade, o que eu quero é SEXO! Uma grande e duradoura sessão de sexo, mas tem de ser agora! Estou falando sério! Quero que dure a noite inteira! Estou disposta a fazer de tudo, participar de todas as fantasias que vocês inventarem. Traga tudo o que tiver de acessórios, algemas, chicotes, dildos, pomadas, quero ficar a noite inteira e fazendo de tudo! Topo todas as posições: frango assado, rã com câimbra, canguru perneta, colibri manco, tulipa negra, folhinha-verde, vaca atolada, helicóptero.... Ou vc tem alguma idéia mais tesuda? O que vc acha?
- Bem, na verdade me parece fantástico. Mas... para chamadas externas, a senhora precisa discar o número zero primeiro!
.. mas num falho!!! Se contar, ninguém acredita!!! Eu, sem computador: nem em casa e nem no escritório, pode??? Fiquei órfã. Literalmente...
Mas como não há mal de perdure... O computador lá de casa está no CTI: placa e processador estão nas últimas, batendo as botas mesmo. Mas meu filho mais velho já está providenciando o renascimento.
Quanto ao daqui, do escritório: chego hoje de manhã, plena segundinha, nada de conexão. Ligo pra Net, brigo, xingo, simulo um ataque epilético (sou boa nisso) e o técnico só chegou uma da tarde.
Saí pra almoçar. E agora.... tô aqui. Ufa!!! Muita calma nessa hora.
Passada a raiva, eis-me, em carne e osso.
Que rufem os tambores. Branca de Neve is back.
Up date: A quem possa interessar, ele não está postando no blog por causa da falta de computer lá em casa. Mas problema serve pra gente resolver, né? Ele voltará também.
Up date 2 e 3:O filme do Homem Aranha 3 é ótimo e hoje tem Lost e Grey's Anatomy.
|
|
||||
|
||||
|
||||