Essas nossas crianças maravilhosas...

O feriado tá chegando...

A Branca de Neve vai aproveitar o feriado pra ir até ali-ali, ao sítio, dar uma descansada.

Claro que amigos, bebida gelada e comidinha da hora não vão faltar.

Daí a minha ausência, tá? Mas logo, logo, eu volto...Beijos envenenados.

Grandes e pequenas mulheres
   
Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.

Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.

Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.

Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.

Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.

Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.

Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.
Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.

Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.


Quinta!
Pensando em ter filhos?

Dica da Branca de Neve

 Nas minhas andanças pela internet, dei de cara com o blog do nosso diretor tupiniquim, Fernando Meireles.

Ele está no Canadá, filmando o "Ensaio sobre a cegueira", livro de José Saramago. Quem não leu o livro, taí uma ótima dica pro feriado prolongado (eu a-d-o-r-e-i, mas precisa ter estômago, se é que você me entende).

O blog é super legal, e a parte que ele conta sobre o encontro com o próprio José Saramago... ah, passe lá e confira.

O feriadinho tá chegando...planejando-o em companhia de uma morena?

Vai ser uma delícia, não vai?? Hahahaha, peguei você!

Começando a quarta...

 ... com a Morte do Marcão:

Marcão era um antigo funcionário de uma cervejaria no interior de São Paulo.
Ele era feliz no trabalho, embora seu sonho fosse ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava.
Certa vez, trabalhando no turno da noite, ele caiu dentro de um tonel de cerveja.
Pela manhã, o vigia deu a triste notícia:
- É com profundo sofrimento que informo que o Marcão se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e afogou-se.
- Meu Deus! - exclamou um grande amigo de Marcão - Será que ele sofreu?
- Acredito que não - respondeu o vigia - porque ele chegou a sair três vezes do tonel para fazer xixi...

Não sei quanto a vocês...

... mas eu só prestei atenção na cola...

Orientadora sexual portuguesa...

 Sobre perder a virgindade: Tenho 14 anos e gosto muito de andar de bicicleta. Mas já me disseram que com  isso podia perder a minha virgindade. Será possível?

Resposta: Há casos. Conhecemos uma rapariga que foi um dia de bicicleta, com o namorado,  fazer um piquenique num pinhal e, quando regressou, já não trazia a virgindade. O ciclismo é, portanto, um desporto que deve evitar...

 Dúvida terrível: Tenho 21 anos e vou casar, mas descobri agora que estou grávida. O pior é que  não sei se é do meu namorado ou do meu patrão. Que fazer?

Resposta: Não faça nada, não seja parva. Diga a cada um que o filho é dele, e se tiver relações com um terceiro também o pode meter no molho. O que interessa é eles não saberem uns dos outros. Quanto a paternidade, quando o seu filho for  crescido, ele próprio ira falar com o Sr. Henrique Mendes que logo lhe descobre o verdadeiro pai e pode não ser de nenhum dos três. O Mendes nunca falha.

 Escrúpulos: Tenho 24 anos, sou casada e, por acaso, até amo o meu marido. Mas, muitas  vezes, não resisto e vou para a cama com colegas meus, amigos e até com  desconhecidos. Agora, estou grávida e tenho escrúpulos de dizer que o filho é dele pois, o mais certo, é que não seja.

Resposta: A estimada leitora, para além de ser uma cabra, é muito descuidada, pois, uma senhora que se preza, quando põe os cornos ao marido, usa sempre preservativo. Se o não fizer, além de o empalitar, pode presenteá-lo com um filho ou mesmo com uma blenorragia, qualquer das coisas bastante incómodas. Tenha pois cuidado nas futuras quecas extraconjugais. Desta vez, não há nada a fazer a não ser pegar o touro pelos cornos e contar-lhe tudo. Há touros mansos...

 Chantagem: Vivo em Cascais e tenho 19 anos. Uma noite, fui com uns amigos a uma discoteca  e, já com os copos, fomos para casa de um deles onde acabei por fazer sexo oral a todos, sem me aperceber que estava a ser filmada. Agora, os sacanas obrigam-me a fazer as piores coisas, ameaçando-me de mostrarem a cassete ao meu noivo. Que devo fazer?

Resposta: Não se deixe chantagear. O seu noivo, que presumimos seja um tipo prafrentex,  se vir a cassete com o seu desempenho, vai orgulhar-se de casar com uma mulher desinibida e capaz de lhe proporcionar ótimos momentos na cama. Pode crer.

A mulher...

 

... como sempre, o equilíbrio do homem...

Começando a terça...

Frases de caminhão:

Em terra de cego quem tem um olho é caolho.

Se ferradura desse sorte, burro não puxava carroça.

Mais virgindades já se perderam pela curiosidade do que pelo amor.

Em rio de piranha, jacaré usa camisinha.

O dinheiro não traz felicidade, então, dê todo o seu pra mim e seja feliz.

Mulher de amigo meu pra mim é ótimo.

Cada ovo comido é um pinto perdido.

Se andar fosse bom, o carteiro seria imortal.

Mulher feia é igual a ventania, só quebra galho.

Enviuvei, e casei com a cunhada para economizar sogra.

Macho que é macho não chupa mel, masca abelha.

Mulher é que nem lençol: da cama para o tanque, do tanque para a cama.

Quem dá aos pobres, tem que pagar o motel.

Mulher feia é igual jiló. Pouca gente come.

Quem gosta de mulher feia é salão de beleza.

Existem duas coisas que não gosto : mulher gelada e cerveja quente...

Não tenho tudo que amo, mas.... Dane-se.

Por causa da pressa, é que a mosca nasceu sem osso.

Lenha verde e mulher véia chora, mas pega fogo.

Prefiro ser um bêbado conhecido do que um alcoolatra anônimo.

Hoje tem que ser só uma rapidinha porque o frete é perecível.

Rico acompanha procissão, o pobre persegue o santo.

Se barba fosse respeito, bode não tinha chifre.

Você deve ter mais cuidado que o Capitão Gancho ao coçar o saco.

Eu quero morrer em paz, durante o sono, como o meu avô, e não gritando aterrorizado, como os seus passageiros...

Se tamanho fosse documento o elefante era dono do circo.

Passarinho não come pedra porque sabe o bico que tem.

A mulher foi feita da costela...imagine se fosse do filé.

Estepe e mulher é sempre bom ter de reserva.

Beijo não mata a fome mas abre o apetite.

Existo porque insisto.

Mulher de amigo meu é que nem cebola: Eu como chorando.

Se casamento fosse bom não precisava testemunha.

Beijo é igual ferro eletrico, liga em cima e esquenta em baixo.

Pobre só enche a barriga quando morre afogado.

Adoro as rosas, mas prefiro as trepadeiras.

Mulher de amigo é que nem muro alto: É perigoso, mas eu trepo.

Estrada reta é igual a mulher sem cintura, só dá sono.

Fruta de pobre é cana!

Só não mando minha sogra pro inferno... Porque tenho pena do diabo!

Antigamente eu dava um boi por uma briga. Hoje, brigo por um bife.

Se a morte for um descanso, prefiro viver cansado.

Não sou sapo mas gosto de perereca.

Se casamento fosse estrada, eu só andava no acostamento.

Se não gosta do jeito que dirijo, saia da calçada.

Como previnir AIDS: comidinha caseira.

Se me vires abraçado com mulher feia, separa que é briga.

Que Deus olhe pelas mulheres bonitas e pelas feias somente se sobrar tempo.

Babem, kids, babem!
Carta ao Didi (Renato Aragão)

Quinta, 23 de agosto de 2007. 
     
Querido Didi

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências). 

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta. 

Não foi por "algum" motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação. 

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos impostos embutidos em cada alimento, em cada produto que preciso comprar para minha família. 

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais. O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não tem a educação como prioridade. O dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! 

O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda?

Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é "o cara". Ele tem a chave do cofre. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da "minha" doação, que a "minha" doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os professores. Só escolher quem de fato tem vocação para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.   

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... 

Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari 
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal educada: vou rasgá-la antes de abrir. 

Up date: Recebi por e-mail.

Começando a segunda...

...com a reunião ministerial do presidente, semana passada...

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