Que a força esteja com você!
 Coisinha mais tchutchuca...
Teste da Branca de Neve: quem será?

Você arriscaria a dar um palpite? Quem acertar, ganha um super, hiper, mega brigadeiro.

Piadinha do dia!

Um garoto de quatro anos, em vista do grande apelo de marketing do PAN-AMERICANO e das Olimpíadas, pergunta para o seu pai.

- Papai, o que é PARAOLIMPIADAS???

O pai, com habilidade, responde ao pequeno ser:

- Assim como tivemos o PAN, PARAPAN, teremos as Olimpíadas e as PARAOLIMPIADAS. As PARAOLIMPIADAS são para os atletas especiais, com deficiências físicas e mentais, entendeu filhinho?

- Ah, papai entendi. Assim como teve eleição PARAPRESIDENTE, que o Lula ganhou, né?

Britnilda, sua cachorra!
E ele, finalmente, chegou....
 Beijos envenenados, claro!
Acredite se quiser

Se é pra culpar, que seja o office-boy que mandou fazer o carimbo, né?

Pra não perder o costume...

 Gênio da latinha

Um sujeito estava andando na rua da sua cidade, desempregado, bravo, de mal com a mulher, viu uma latinha no chão e chutou.

De dentro saiu um gênio e disse:

- Você tem direito a um pedido.

- Ah, mano, eu sei das histórias infantis, eu tenho direito a três pedidos!!

- Não, eu sou o gênio da latinha, e você tem direito a um só, e rápido antes que eu desapareça!!! Ele, nervoso, não sabia o que pedir, falou:

- Se tu é um gênio, dos bons, põe na minha frente a mulher mais boa do Brasil!!!!

O gênio estalou os dedos e na frente dele apareceu a Irmã Dulce.

 Portuga paraquedista

O portuga foi pular de paraquedas, e o intrutor disse:
-Portuga, você tem o paraquedas principal e o reserva. Quando descer terá uma caminhonete te esperando.

Ai vai o portuga, pula e puxa a primeira corda e o paraquedas não abre. Puxa a segunda corda também não abre. Ai ele pensa:
- Só falta o filho da puta da caminhonete não estar me esperando.

Espelho meu

Quem dera se os outros fossem desimportantes...

O pânico que acompanha os períodos de mudança bloqueia completamente a racionalidade. Não se diferencia o que realmente importa do que está lá somente para ocupar o vazio incômodo deixado pela retirada de quem nos mantinha aprumados. Fazemos besteira de baciada. Só se consegue olhar com certa imparcialidade para as próprias atitudes e covardias depois do retorno de um mínimo de calma. Quase sempre, atrelado a essa fase indelével e falsamente estável, vem o repulsivo arrependimento. E arrependimento é um sentimento duplamente estúpido: por trabalhar com uma matéria-prima morta (o passado) e por gerar um resultado danoso (autocomiseração e raiva). Nos debatemos entre pensamentos inconfessáveis: fiz o certo? Joguei a felicidade pela janela? Mais uma vez estraguei tudo? E, claro, a resposta não vem, porque não existe. Procuramos por objetividade no terreno dominado pelo passional. Mais uma inutilidade, fartas nessa época, para adicionar à lista.

A primeira coisa que sentimos claramente após o afastar da tempestade é como ficamos sozinhos. É duro ficar sozinho. Beira o insuportável, algumas vezes. Motivados meio pelo desespero, meio pelo pânico da falta de respostas, pegamos o telefone, o carro, o mouse e vamos ao encontro da voz confortadora, da presença balsâmica, de quem tanto nos acolheu e agora está fora de uma vida que era repleta dele. E qual a surpresa? Não fazemos mais a mínima diferença.

Somos efêmeros até mesmo para quem compartilhou nossos sonhos, dividiu contas, dormiu sobre nosso corpo. E exigimos, desejamos ser para sempre. Pode ser egoísta (quem nessas situações se preocupa com virtude?), mas é devastador assistir a quem amamos tocar a vida com maciez, como se nunca tivéssemos existido. Em nossa neurótica resistência aos fatos, reivindicamos, ao menos, um período de luto, um esboço de lágrima - quando isso não acontece, vem a sensação de sermos tão olvidáveis quanto capítulos da novela. Descartáveis como lápis de ponta quebrada. Poucos, insuficientes. Pior: substituíveis.

Temos a pretensão de importar, mas, se tudo passa, por que nós ficaríamos? Não é sem mágoa que percebemos que nem mesmo quem nos amou nos mantém por muito tempo - nossa retirada é necessária para que se possa recepcionar o novo. Raciocínio tão lógico quanto doído. Principalmente para o lado que não tem previsão de festa.

A necessidade de importar é visceral. Desculpem a citação, mas é válida. Disse Stendhal: "se não temos caráter sem os outros, então os outros devem ser um refletor habilidoso... ou então terminaremos deformados." De certo modo, só tomamos consciência de nós mesmos quando nos colocamos em contraponto com o outro - observamos as falhas, virtudes e motivações no momento em que eles ecoam em alguém. E quanto mais nos importarmos com esse alguém, maior será a reverberação. Quando o outro não nos olha, não nos vê, nega a possibilidade desse reflexo necessário. Nos deixa sem rumo. Ou nos devolve a ele: nada melhor que uma boa dose de realidade para nos acordar da ilusão romântica e devolver a razão para a mente entorpecida pelo fim da paixão.

Fazendo um esforço e nos adornando com um pouco de otimismo, dá até pra tirar algo de bom desse momento sinistro: se tudo passa, essa impressão de ser menos que um chiclete mascado também vai passar. E, um dia, voltaremos a ter gosto. Bom gosto.

Da série: Morro e nao vejo tudo! Pinta com o seu pinto?

Ele se auto intitula "Pricasso". Até aí, nada demais. Tim Patch não usa pincéis convencionais. Ele já pintou Bush e a rainha da Inglaterra.

Cena de um casamento
Rapidinhas da Branca de Neve
Um gago estava em sua casa quando o telefone tocou ele foi atender:

- A,a,a,a, alô!

- Alô! Viu, Gaguinho, fala pro seu vizinho que a mãe dele morreu.

- Fa,a,a,a falô; vô tentá.

Então o gago foi: toc, toc, toc...

- Que é?

- É o Gago!

- O que você quer?

- Que,e, e ,e quero avisa que, e...

- ô meu! Fala logo!

- P, p, pô m... m.. meu... eu t,t,t,t tô ten, ten, tentando!

- Eu ouvi falar que gago fala bem cantando, canta!

- Ole, ole, olá! Sua mãe morreu, amanhã vai enterrar!

 Três novos-ricos paulistas e um mineiro, papeavam alegremente no melhor restaurante de São Paulo. Cada um querendo mostrar que era mais rico que o outro, quando começaram o seguinte diálogo:

1º paulista: - Eu tenho muito dinheiro… Vou comprar o Bradesco!

2º paulista: - Eu sou muito rico… Comprarei a General Motors!

3º paulista: - Eu sou um magnata… Vou comprar a Microsoft!

E os três ficam esperando o que o mineiro vai dizer.

O mineiro engole a saliva… faz uma pausa… e diz:

- Num vendo…

É pra chorar, né?

Acredite se quiser, estava lá no Terra. A partir de hoje, Elton John, Bruno e Marrone, Falcão e Reginaldo Rossi são os Beatles.

Branca de Neve no elevador

Take 1: Branca de Neve, descendo no elevador do prédio onde trabalha. 

Take 2: No painel do elevador, duas letras: P (de Pilotis) e T (de Térreo), sendo que ao lado da letra T, escrito em letras bem garrafais "Portaria". 

Take 3: Quem entra? Uma mocinha. E aperta o quê, depois de olhar para o painel? O P.

Take 4: Sim, amores, a mocinha apertou o P ... Sem levar em consideração que Branca de Neve estava na correria porque tinha exatos vinte minutos pra chegar ao Tribunal do Trabalho, carregando um processo de 3 volumes e mais um recurso de 40 folhas....

Take 5: E nem vou comentar a cor do cabelo da mocinha.

Esse Jack Bauer não tem jeito!

 Então, amigos quilidos. Jack aprontou mais uma. Quando a gente acha que o cara tá resolvido, principalmente em relação à bebida, vem ele e... apronta de novo! Taí a fotinha que não mentir....

Mas já que era pra tirar as calças e tudo mais, o fotógrafo podia ter pego um ângulo mais favorável, né? Afinal, se é pra mostrar, eu também quero ver, hahahaha!

Você é uma razão, uma estação ou uma vida inteira?
  Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira".
Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.
Quando alguém está em sua vida por uma "Razão" é geralmente para suprir uma necessidade que você demonstrou. Eles vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Eles poderão parecer como uma dádiva de Deus, e eles são! Eles estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Às vezes essas pessoas morrem. Às vezes eles simplesmente se vão. Às vezes eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho deles, feitos. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.
Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Eles trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Eles poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Eles geralmente te dão uma quantidade enorme de prazer. Acredite! É real! Mas somente por uma "Estação".
Relacionamentos de uma "Vida Inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida.

Ah, essas crianças! Tão inocentes....
Diário de uma doméstica

 Hoje de manhã eu fui à feira. Antes de sair, meu patrão me pediu para
eu trazer figo. Aí eu perguntei:
- Figo fruta ou bife de figo? O homem ficou uma fera ! Gente fina, seu Adamastor, num ligo não. Ele tem sistema nervoso.Também, com um emprego chato daqueles, vou te contar! Ele é Fiscal de Receita. Deve ser um saco ficar conferindo receita de médico o dia inteiro.

Depois chegou o Adamastorzinho, o filho mais novo deles. Acabou de ganhar um carro todo equipado. Tem roda de maionese, farol de pilha, teto ensolarado e trio elétrico. Não sei porque trio elétrico num carro. Deve ser porque ele gosta de música baiana. Ingrato esse Adamastorzinho. Fiz a comida preferida dele e ele ainda me chamou de burra. Eu disse, toda boba, quando ele chegou:
- Adamastorzinho, adivinha a comida que eu fiz pra você?
- Qual, Creusa?
- Começa com "i"...
- "I"???
- É, iiiiiii!!!
- IIIII..... num sei.
- Pensa: iiiiiiiii.
- Huuuummm, desisto.
- Istrogonofe!!!

Aproveitando a ausência dos patrões, Creusa pega o telefone e fofoca com a amiga Craudete:
- Cê num sabe da úrtima? Eu discubri que aqui nessa mansão que eu trabaio é tudo fachada!
- Como assim, Creusa? - pergunta a colega, confusa.
- Nada aqui é dos patrão! Tudo é imprestado! TUDO! Cê cridita numa coisa dessas? Óia só: a rôpa que o patrão usa é dum tal de Armani...
a gravata é dum tal de Pierre Cardin... o carro é duma tal de Mercedes...nadica de nada é deles!
- Nooooossa, que pobreza!
- E, além de pobre, eles são muito ixibidos! Imagina que ôtro dia eu escutei o patrão no telefone falano que tinha um Picasso...
- E num tem?
- Que nada, fia... é piquinininho de dá até dó!


Segundinha!

Tá, tá. Já estamos em outubro, todo mundo soube quem matou Taís. Eu, que devo ser a única princesa do Brasil que não assiste novelas, tive que assistir, já que amigos chegaram lá em casa pra tomar umas e, é claro, a primeira coisa que fizeram foi ligar a televisão.

Semana que vem tem feriadinho, Dia das Crianças, Dia de Nossa Senhora Aparecida.

Preparem-se, meus quilidos, porque daqui pra frente, é só correr pro abraço, que o tempo tá voando!

Ótima semana, anõezinhos(as) da Branca de Neve.

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