... mais um feriadinho chegando e chamando a gente pro descanso e pra diversão também. Pra quem gosta de uma geladinha, olha a responsa, tá? Pra quem vai de Coca Zero, um abraço e um queijo....
No mais, que esse findi prolongado seja pro descanso, pra família, pros amigos... com muita paz, é claro!
Beijão, amigos (as) quilido(as) da Branca.
Ele, mais uma vez, com essa idéia: Blogagem Coletiva. Desta vez, pela Paz na Terra. E, como não poderia deixar de ser, aqui estou, e você sabe porquê.
Êta mineirada importante, sô! Saiu no New York Times um artigo sobre Belo Horizonte, dá pra acreditar?... Aqui, você lê o artigo em inglês.... Mas, como boa e orgulhosa mineira, segura aí a tradução do artigo:
Belo Horizonte, uma cidade onde o mundo é um bar!
De Seth Kugel
Belo Horizonte, a capital de Minas Gerais, conseguiu se tornar a terceira maior cidade do Brasil e continuar quase totalmente desconhecida para o mundo exterior. Se os turistas -mais atraídos para os prazeres sensuais do Rio de Janeiro ou a agitação urbana de São Paulo- a conhecem é porque passam por ela a caminho de Ouro Preto e Diamantina, vendo-a mais como uma escala para reabastecimento na rota das pitorescas cidades mineiras da era colonial.
A tradicional parede com marcas de cachaça, para a escolha do cliente, em bares de BH.
Seu anonimato internacional se explica pela falta de litoral, e portanto de praias, de um carnaval famoso e de grandes atrações, exceto alguns edifícios desenhados por Oscar Niemeyer que empalidecem perto de suas famosas obras de Brasília.
Mas "Beagá", o apelido da cidade, pode reivindicar fama como capital brasileira dos bares. Não bares como nos saguões elegantes de hotéis ou em mercados agitados, mas botecos -lugares informais onde diversas gerações se encontram, se sentam, bebem cerveja e aguardente e muitas vezes fazem uma refeição informal. A se acreditar na propaganda local, a cidade tem 12.000 bares, uma quantidade per capita maior que a de qualquer outra cidade do país. Por quê, ninguém tem certeza absoluta, mas uma teoria se transformou em ditado popular: "Não tem mares, tem bares".
Embora os guias turísticos raramente os mencionem, eles são uma ótima maneira de os viajantes mergulharem na vida social de uma cidade cuja área metropolitana explodiu nas últimas décadas, para mais de 5 milhões de habitantes. A melhor época de visitá-la é em abril, para a competição 'Comida di Buteco', quando cerca de 40 dos melhores bares disputam prêmios em categorias como higiene, cerveja mais gelada, serviço e, principalmente, o melhor tira-gosto. Os vencedores são decididos não apenas por juízes, mas pelo voto público, dando aos moradores uma boa desculpa para sair todas as noites durante um mês.
Se você perder o concurso, não se preocupe. Toda noite do ano parece ter uma clima de festa em Belo Horizonte. Vá até a Mercearia Lili (rua São João Evangelista, 696, Santo Antônio, 31-3296-1951), um participante habitual da competição entre bares. É um dos muitos locais em Santo Antônio, um bairro de alto nível, com ladeiras íngremes que exigem técnicas sobre-humanas de estacionamento, ou, de preferência, use os táxis da cidade.
O bar é típico de muitas maneiras, a começar pelo mobiliário: mesas e cadeiras de plástico amarelo com logotipo de cerveja, que se esparramam pela calçada (garrafas de 600ml de cerveja, a ser compartilhada em pequenos copos, são as preferidas em toda a cidade). O burburinho da conversa e o ruído das garrafas -e não um DJ- fornecem a trilha sonora; homens e mulheres grisalhos e jovens que nos EUA seriam menores de idade compartilham as mesas.
Não muito longe fica o Via Cristina (rua Cristina, 1203, Santo Antônio, 31-3296-8343). É mais elegante, com mesas cobertas de toalhas xadrez verde e brancas, garçons uniformizados e uma parede de cachaças -centenas de garrafas diferentes da aguardente de cana-de-açúcar- que os barmen alcançam usando uma escada como as de bibliotecas. Sua participação no concurso deste ano foi o Raulzito, um bolinho frito recheado de carne-seca que custa R$ 2,00.
Se houvesse um prêmio pelo "Mais Difícil de Chegar", o Freud Bar (sem endereço, Nova Lima, 31-8833-9098, mapa em freudbar.com) ganharia todos os anos. O lugar fica escondido no meio de uma mata perto da cidade, e chega-se lá por uma estrada sinuosa de terra. O bar é construído num morro, aquecido por lareira e tem algumas mesas sob as árvores. Tem música ao vivo (blues e rock) e serve um cardápio limitado, mas criativo, como vinho quente ou uma sopa de abóbora, mussarela e frango (R$ 3,50), uma boa variação da sopa de feijão com toucinho oferecida em quase todos os botecos.
Informal, com suas mesas e cadeiras 'diferenciadas', o Bar do Caixote é um dos muitos botecos de 'Beagá'
Os botecos não são apenas assuntos noturnos, como você descobrirá se for ao Mercado Central da cidade numa tarde de fim de semana. Claro, há barracas que vendem frutas, carne, os famosos queijos de Minas, cães e aves vivos (para mascotes) e galinhas vivas (para jantar). Mas o mercado também é cheio de bares lotados e barulhentos como o Lumapa, onde as autoridades precisam cercar com correntes a calçada para que os clientes do mercado possam circular. Uma opção mais calma é o Casa Cheia (Mercado Central, loja 167, Centro, 31-3274-9585), um lugar com mesas que serve criações como o Mexidoido Chapado, uma mistura de arroz, legumes, quatro tipos de carne e ovos de codorna.
Também vale a pena ir aos bairros mais distantes para ver algumas versões mais excêntricas de bares. (Com 11.999 concorrentes, faz-se o possível para se destacar.) O ultra-informal Bar do Caixote (rua Nogueira da Gama, 189, João Pinheiro, 31-3376-3010) tem mesas e cadeiras feitas de caixotes de madeira. O vencedor geral do concurso deste ano, o Bar do Véio (rua Itaguaí, 406, Caiçara, 31-3415-8455), fica num bairro distante e o motorista de táxi pode ter dificuldade para encontrá-lo, mas qualquer pessoa na região poderá lhe indicar. Seu prato simples de pedaços de carne de porco com bolinhas douradas de batata frita, servido com molho de abacaxi e hortelã, foi o tira-gosto vencedor de 2007.
Quando você precisar de um descanso dos bares, faça um passeio à tarde ao bairro da Pampulha, onde há vários edifícios de Niemeyer, incluindo sua famosa Igreja de São Francisco de Assis. O bairro também abriga o mais famoso restaurante de Belo Horizonte, o Xapuri (rua Mandacaru, 260, Pampulha, 31-3496-6198), o melhor da cidade para experimentar a tradicional cozinha 'caipira' de Minas Gerais. E no domingo de manhã você pode encontrar presentes incomuns na ' feira hippie' (ou Feira de Arte e Artesanato da Afonso Pena), dois longos quarteirões da avenida Afonso Pena cheios de roupas, jóias, artigos de decoração e artesanato. Quando terminar, pare nas barracas nas duas extremidades para comer peixe frito ou doces de coco, ou entre para descansar no maravilhoso Parque Municipal, logo abaixo da feira. Em qualquer um deles você não estará longe de um vendedor ambulante pronto para lhe abrir uma lata de cerveja. Em Belo Horizonte, o mundo é um bar.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Up date (meu): Já que não temos mar, vamos pro bar...

... com um japinha muito safadinho!...
O quê? Você está sem inspiração pra providenciar a fantasia de hoje? Seus pobremas acabaram-se! Dá só uma olhada:
Pijama da Mulher-Gato: Correu na loja de fantasias e só sobrou fantasia de Vovó Mafalda e Mulher Gato de helanca vagabunda tamanho GG? Não discuta, amiga, pegue esta fantasia e diga para todo mundo "a mulher gato também dorme, sabia? E ela gosta de conforto". Passe a festa inteira com cara de sono.
Endemoniada: Uma mistura de pomba-gira com mulher desesperada por macho. Você se veste de diaba, enche a cara de pinga e deixa a pomba-gira entrar em você. Depois é só sair agarrando o namorado da sua amiga, o barman, o guardinha do estacionamento e o jardineiro do prédio. No dia seguinte, quando disserem "Fia cê tava louca" é só dizer "Era a pomba-gira, não eu. Quando ela entra, eu saio de mim". A característica da fantasia é fazer uma cara de "tô lôca pra dar" enquanto se esfrega na parede (vide exemplo na foto).
Hello Kitty: Sua cara tá uma merda? Espinhas mil, manchas estranhas, perebas, furúnculos? Foi atacada por um enxame de abelhas? Catapora? Não se preocupe. A fantasia de Hello Kitty sempre faz sucesso. Lógico que você não ouvirá bem o que estão falando para você, será obrigada a dançar músicas imaginárias e beber as coisas com canudinho. Conselho útil: Não vomite dentro da máscara. Se vomitar, só tire quando chegar em casa.
Capetinha Camarada: O capeta não é necessariamente malvado. Ele pode ter um sorriso no rosto, cara de quem está indo pro pagode e despretesiosamente descalço. "Exu? Que nada! Me chame de Xandinho. Passa a Coca Light?".
Hoje seria seu aniversário e nada como comemorá-lo com um poema bem apimentado:
Sugar e ser sugado pelo amor
Sugar e ser sugado pelo amor
no mesmo instante boca milvalente
o corpo dois em um o gozo pleno
que não pertence a mim nem te pertence
um gozo de fusão difusa transfusão
o lamber o chupar e ser chupado
no mesmo espasmo
é tudo boca boca boca boca
sessenta e nove vezes boquilíngua.
(Carlos Drummond de Andrade)
Tá, que essa não é uma tradição nossa, mas... e daí? A criançada (leia-se eu) gosta de zoar e de se fantasiar...
Solte, então, as suas asas e voe pro mais macabro dos céus, hahahahahahahahaha!
A quem possa interessar: hoje eu quero brincadeiras e travessuras!

Viu como o Lucca tá queimadinho? Mas, não se preocupe: o filtro solar trabalhou direitinho!

Lucca e Daniel, aproveitando o calor!
Bom dia! Nem preciso dizer que o findi bombou, em meio a tanto calor e a tanto sol, né? Mas a segunda já começou na correria...sem contar o soninho e a preguiça básicos, né?
Ótima semana pra você, e que venha o feriadinho!
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