O findi tá chegando...

 ...e, como não poderia deixar de ser, tô procurando sossego e descanso...

Claro que, em ótima companhia, a geladeirinha tem que ficar assim, né? Mas, se não for a sua praia, não "priemos cânico": tem refri e suco também, hehehe!

Beijos da Branca de Neve, meus anõeszinhos quilidos.

 "Todos vivemos sem saber porquê e para quê. Todos procuramos ser felizes. Todos vivemos de modo diferente e, no entanto, somos todos iguais." (Diário de Anne Frank)
Ah, vale tudo pra realizar a fantasia, né?
Atenção, companheiros(as)!

E tudo mudou...
O rouge virou blush.
O pó-de-arroz virou pó-compacto.
O brilho virou gloss.
O rímel virou máscara incolor.
A Lycra virou stretch.
Anabela virou plataforma.
O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou lib. Que virou silicone...
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento.

A escova virou chapinha.
"Problemas de moça" viraram TPM.
Confete virou MM.
A crise de nervos virou estresse.
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter.
A brilhantina virou mousse.
Os halteres viraram bomba.
A ergométrica virou spinning.
A tanga virou fio dental.
E o fio dental virou anti-séptico bucal.

Ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo.
O a-la-carte virou self-service.
A tristeza, depressão.
O espaguete virou Miojo.

Pronto...
A paquera virou pegação.
A gafieira virou dança de salão.
O que era praça virou shopping.
A areia virou ringue.
A caneta virou teclado.
O long play virou CD.
A fita de vídeo é DVD.
O CD já é MP3.

É um filho onde éramos seis...
O álbum de fotos agora é mostrado por email.
O namoro agora é virtual.
A cantada virou torpedo.
E do "não" não se tem medo
O break virou street.
O samba, pagode.
O carnaval de rua virou Sapucaí.
O folclore brasileiro, halloween.
O piano agora é teclado, também.
O forró de sanfona ficou eletrônico.
Fortificante não é mais Biotônico.
Bicicleta virou Bis.
Polícia e ladrão virou counter strike.
Folhetins são novelas de TV.
Fauna e flora a desaparecer.
Lobato virou Paulo Coelho.
Caetano virou um chato.
Chico sumiu da FM e TV.
Baby se converteu.
RPM desapareceu.
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix.
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos.

Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe.
A bala antes encontrada agora é perdida.
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante.
O professor é agora o facilitador.
As lições já não importam mais.
A guerra superou a paz.
E a sociedade ficou incapaz...
... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.


(Luiz Fernando Veríssimo)


Conselho bom?
Tal cão... tal dono!

Sim, amigos, confesso que tô passando por aqui só pra dizer oi. Além da falta de tempo, da correria, confesso que ando sem muita inspiração... acontece, né?

Preciso resolver algumas coisas antes de tomar fôlego novo. Acredita que só hoje lembrei que o niver desse blog foi no início de novembro? Já faz dois anos, pode?

Nem tempo pra visitar os amigos eu tô tendo. Me perdoem, acho que só é mais uma fase.

Afinal de contas, as férias tão chegando e acho que é disso que preciso.

Enquanto isso, tenham paciência e não me esqueçam, tá?

Eu volto djá!

Não, sem meu computador eu não vou....
Essa Mônica...
 ... em breve sairá o novo livro da Mônica Veloso, vejam alguns trechos do livro "O Poder que Seduz": 

"Música, perfume e um certo torpor. Champanhe na mão, conversávamos e sorríamos após o jantar [na casa do senador Ney Suassuna]. Havíamos brindado por mais um ano, o intenso ano de 2002 (...) Cercado por jornalistas, o senador Eduardo Suplicy falava, empolgado, sobre o programa Renda Mínima e a indicação de Henrique Meirelles para a presidência do Banco Central. Mais um pouco, o próprio Meirelles chegou (...) O vento agitando as cortinas, o barulho de cristais e porcelanas como rumores longínquos vindos da sala. Tudo isso me deixava excessivamente molhada. Era como se fôssemos as únicas pessoas no mundo."

"Naquele momento, o senador Renan Calheiros olhou nos meus olhos e passou a dizer coisas que gostei de ouvir (...) Elogiou meus traços, a pele sempre bronzeada e o meu bumbum durinho. Depois, ao reparar que eu estava sem aliança, perguntou se havia me separado, o que confirmei. Então, ele fez um ar de compreensão e respondeu que sabia o que eu estava sentindo, pois também estava se separando. Percebi que o senador estava bastante excitado, pois deu pra ver o volume em sua calça de tecido importado."

"[Num segundo encontro, num jantar, em fevereiro] Seus olhos brilharam quando me viu e, indiferente aos outros convidados, não os tirou mais de mim durante o jantar. Parecia uma criança, estava encantado, feliz. (...) Ele verbalizou sua liberdade de maneira clara, que não deixava a menor dúvida. Não usava aliança, não estava se comportando como alguém que se preocupa com uma outra relação. (...) Íamos a exposições, lançamentos de livros, restaurantes, motéis no entorno, jantares na casa de amigos, e aos almoços da bancada do PMDB às quartas-feiras. Depois passou a me levar ao Senado, onde eu era tratada com a maior deferência. Nos momentos que estávamos sozinhos, eu sempre deixava aparecer minha calcinha, meio que sem querer, o que o deixava bastante envergonhado. Acho que ele percebeu que eu queria ser severamente penetrada."

"Houve um momento, bem no começo da nossa relação, em que pensei em desistir (...) Renan era mais velho que eu e não tinha o gosto pela cultura, pelo cinema, que eu queria em um homem. Não era antenado com as coisas modernas, não vibrava com as novidades, as tendências, só falava sobre sexo (...) O celular tocou. Era ele, pedindo pra eu ficar deitada de costas com a bundinha levantada na cama pois ele estava chegando (...). Ele adora chegar em casa e já ir me penetrando com força, me chamando de vaquinha... Ele era um velho romântico e tarado."

"No mundo pode haver milhões de rosas, mas para o Renan eu era uma rosa única, que ele tratava com devoção comovente. Fazia as mais belas declarações de amor, me ligava várias vezes durante a noite para contar que estava excitado e queria me possuir, cantarolava "Eu Sei que Vou Te Amar" ao telefone (...) Não sei se um dia ele admitirá isso, mas sei do quanto ele gostou de mim. Nossa cama é uma testemunha viva desse fato."

"Ele também fazia pequenas coisas para me agradar. No início da relação, por exemplo, estava meio gordinho, e por achar que perder peso seria importante para mim, o que não é, procurou um médico no Rio e começou a dieta da proteína. Em pouco tempo estava nove quilos mais magro. Isso foi um alívio pra mim pois ele gosta de transar por cima."

"Como qualquer casal apaixonado, tínhamos nossos códigos, nossos momentos e nossas músicas(...) Nossa música marcante foi a do filme "Lisbela e o Prisioneiro". Misturávamos as nossas vozes com a do Caetano e cantávamos, baixinho, olhando no fundo dos olhos do outro: "Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer, e te querendo eu vou tentando me encontrar..."

"[No Dia dos Namorados] Lembro-me que usava um vestido rosa-clarinho, decotado nas costas, e um creme que dava um tom dourado à pele. Invenções de mulher que adora uma novidade, ainda mais quando está apaixonada e querendo agradar o homem amado. Ele elogiou o vestido e ficou impressionado com os brilhinhos do creme, que grudavam no paletó de terno risca de giz azul-marinho que ele estreava naquela noite. Ele disse no meu ouvido que tinha vontade de me violentar e cuspir na minha cara, ali mesmo na frente de todo mundo... Nossa, molhei a calcinha na hora! Esse sim sabe como tratar uma dama."

"[Num jantar com amigos] também relembrou ao presidente Sarney minha participação na campanha da Roseana. Por fim, alegre, brincava: "Porque alguém tem que trabalhar nessa família". Sim, não posso negar que eu sonhava construir uma família com o Renan. Ele me falava do sonho de ter uma menina (...) O Renan parecia ser o homem que eu sempre mereci. Rico e cheio de dinheiro."

"Alguns, depois de olhar bem para o meu rosto, perguntam: "Como uma mulher tão bonita como você pôde gostar de um homem tão feio como Renan?" (...) Não sou tão linda e nem o Renan é tão feio. Depois, o que é mais importante: mulheres não gostam de homens somente pela beleza (...) Parece bobo, piegas, como uma adolescente falando, mas o fato é que amei o Renan loucamente, como jamais pensei ser capaz. Amei com a alma, com tudo que há de mais puro no meu ser. Como qualquer outra mulher inteligente e esperta faria no meu lugar."

"[Uma colunista do "Correio Braziliense", do Distrito Federal] deu uma nota dizendo que eu estava grávida e a criança era filha do senador Renan Calheiros (...) Pediram-me para redigir uma nota, de próprio punho, negando que o filho fosse do Renan. Escrevi, chorando (...) quando ficamos sozinhos, pela primeira vez vi o Renan chorar. Homem é bicho burro demais, como ainda tem trouxa que cai nesse golpe?"

"Então, para me precaver, apenas para o caso de ele se recusar a admitir a paternidade, gravei algumas conversas que tivemos durante a gravidez (...) Nunca usei os diálogos para nada, muito menos para fazer chantagem, como insinuaram. Eu só disse que se ele não me pagasse eu mostrava tudo na imprensa."

"Continuamos nos relacionando sexualmente. Ainda havia amor entre mim e Renan, sim, mas o encanto tinha acabado. Ele vinha e gozava nas minhas costas, sem aquele amor, sem aquela paixão eterna... Desde o final de 2003 eu sabia que ele, ao contrário do que me dizia, mantinha uma relação conjugal estável (...)."

"Em dezembro de 2005, com o fim do nosso relacionamento, o Renan passou a pagar a pensão, via doc, a partir do Senado [antes disso, os recursos eram entregues a Mônica em dinheiro vivo, pelo lobista Cláudio Gontijo], mas reduziu o valor de R$ 8 mil para R$ 3 mil. Acho que qualquer pessoa que tenha uma pensão reduzida em 67% brigará pelos seus direitos, até porque não eram meus, mas de sua filha (...) Renan se mostrava inflexível e isso impedia um acordo. No final de 2006, decidi entrar com um pedido de revisão de pensão. O que eu vou fazer com R$ 3 mil em Brasília? Morar no Guará? R$ 3 mil é a puta que o pariu, velho filho de uma puta!"

"Não creio que a humilhação do senador tenha sido maior do que a de uma mulher que carregou uma filha na barriga e teve de se esconder, como se fosse uma criminosa. Foda-se ele, já consegui o que eu queria. Agora é partir pra outra, ou melhor, pra outro otário."

Daqui.


 

WinZip Mineiro:

ARQUIVO COMPACTADO

CE KÉ KAFÉ?
KÉ.
PÓ PÔ PÓ?
PÓ PÔ!
PÓ PÔ PÃO?
PÓ PÔ POKIN SÓ.
KFOM KOTÔ.
OPCV!
NÓ!
PDI PA PÔ UM POKIM SÓ TREM!!



ARQUIVO DESCOMPACTADO:

VOCÊ QUER CAFÉ?
QUERO.
PODE POR O PÓ?
PODE POR.
PODE POR PÃO?
PODE POR UM POUQUINHO SÓ.
QUE FOME QUE EU ESTOU!
OLHA PARA VOCÊ VER!
NOSSA SENHORA APARECIDA DO PERPETUO SOCORRO.
PEDI PRA POR UM POUQUINHO SÓ MULHER!!!

Eitcha! Vai um creminho aí?
Só passando pra...

Correria de segunda, amigos, correria. Com seis prazos vencendo hoje, deu pra perceber o sufoco que está sendo minha segunda, né?

Tenham paciência comigo, porque a minha, quem achar, me devolve, tá?

Beijos envenenados!

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