Superação

         Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos.

Superação é trabalhar da melhor forma possível independentemente do que pensem ou falem.
Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.

 

Cool
Cada um na sua....
Sexta e a ...

 "O livro da vida tem palavras médias que enchem a página e palavras finais que a fazem virar. Horas iguais e horas diferentes. Importantes ou não, depende de nós."

Ótimo findi, miguxos e miguxas da Branca!

 

Como hoje eu tô romântica...
Baba, baby, baba!

Foto da Coroação do Lucca, nesta terça-feira. Todos babando em cima das crias, como não poderia deixar de ser.

Mas o mais emocionante foi quando as crianças, ao se dirigirem às mães, cantaram "Only you".

Aguenta coração!

Pra não perder o costume...

 O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali. Ele chama:
- Diproma, vai falar para sua avó trazer um cafezinho aqui pra visita!
E o amigo estranha:
- Mas que nome engraçado tem esse menino! É seu parente?
- É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei minha filha estudar em Belzonte e ela voltou com ele.

Um ladrão com uma arma entra em um banco e exige o dinheiro ao Caixa. Uma vez com o dinheiro na mão ele se volta para um cliente e pergunta:
- Você me viu roubar este banco?
- Sim, eu vi.
O ladrão atira nele, matando-o instantaneamente. Depois se volta para um casal parado a seu lado e pergunta ao homem:
- Você me viu roubar este banco?
- Não, mas minha mulher viu.

Só pra constar...

A "cliatula" que vos escreve ficou, ontem, até às 9 da noite no escritório. Daí o marasmo, hoje.

E tem, mais tarde, duas festas pra ir. Orações e afins são bem-vindos.

Contando os dias...
Até que a palavra fosse possível

Brigavam, se degladiavam, sofriam. E ainda assim se queriam. Razão pela qual decidiram viver em separação de corpos.

Da estrutura aparentemente compacta da carne, ossos, músculos trancados na elasticidade da pele, separaram um a um os sentimentos, embora alguns, entretecidos nas fibras como invisíveis ligaduras daquele palpitar, parecessem indispensáveis para a sustentação do todo. Mesmo esses, com firmeza de bisturi foram retirados, amputando-se também aquelas partes do sentir mais entranhadas, cujos limites já não mais se distinguiam, afogados em sangue.

Por fim, livres de tudo o que lhes provocava atrito e desencontro, deitaram-se lavados sobre a cama, brancos corpos possuindo-se sem nenhuma pergunta. E sem qualquer perigo de resposta. 

Eitcha que já é quarta!!!

Então. Correria, tu és a palavra de ordem hoje. Muito trabalho no escritório, coisas pra resolver; ontem, festa: você já pode imaginar o meu estado hoje: sono, muito sono.... E, amanhã, tem mais duas festas: socorro!!!

Vou ali tomar um cafezim para não babar no teclado.

Sinceridade é tudo, né?

"Muito feia pra se prostituir; muito estúpida pra roubar..."

De floração

A mulher acordou com os seios inchados, doloridos. Tocou de leve, comentou com o marido. Na manhã seguinte, os mamilos estavam duros, brilhantes. E notou que no seguir dos dias modificava-se a cor, escura a princípio, quase roxa, clareando aos poucos em tons esverdeados à medida que os mamilos mais e mais erguiam as pontas.

Compressas, pomadas, água morna. Delicado trato. Racha-se nas extremidades a pele agora fina, quase transparente. E leve cacho de carne protubera entre os lábios de fenda, projeta-se desenovelando lento e seguro a primeira pétala lilás.

Sépalas tensas, trêmulos babados. E o rijo clitóris do labelo. Nos seios da mulher duas orquídeas explodem em silêncio.

Reverente, o marido a transporta frente à janela, abre cortinas, despe blusa, que se derretera a luz no colo em primavera. Nem descuida da água, em jarra e copos, que ele bebe seguida.

Como aranhas, assim as orquídeas tecem seu perfume. Fio frágil flexível, e nunca igual. Quase indizível nos primeiros dias, doce em seguida, fazendo-se maduro, pegajoso enquanto nas pétalas manchas escuras se alastram quiemando a cor, vazando a consistência.

Bebe e bebe a mulher tentando prolongar sua floração. Mas o rendado se encolhe, o lilás se retrai. Murchas passas pardas, caem enfim as orquídeas deixando nos mamilos uma gota de seiva.

Que o marido vem colher entre os dedos. Para depois, cuidadoso, segurando a tesoura nas duas mãos, podar em sangue a matriz.

Ai que vontade de casar, hehehe!
Terça!
 Um rapaz chega a uma pousada e pergunta ao dono se ele tem um quarto para passar a noite. O dono era um velho chinês de 120 anos de idade que acabara de chegar de Pequim. O velho responde que só tem um quarto no terceiro andar, junto ao quarto de sua filha, e lhe oferece o mesmo, porém adverte que caso acontecesse alguma coisa com a filha lhe aplicaria os 3 castigos chineses.

O homem afirma que nada vai acontecer com a filha e aceita o quarto. Na hora do jantar, desce pela escada uma chinesa de 18 anos, muito bonita e sensual. Durante todo o jantar a garota não tira os olhos do rapaz e este não consegue deixar de pensar nas palavras do pai. Durante a noite, a tentação foi forte demais para o rapaz e ele decide ir ao quarto da garota onde acaba ficando a noite toda. Cansado, volta depois ao seu quarto e dorme.

Quando acorda pela manhã, encontra uma rocha imensa, sobre seu corpo, com um bilhete que dizia:
‘Plimeilo castigo chinês’: Locha encima do colpo.
O homem pensa que se isso era o pior que o velho lhe podia fazer, carrega a rocha e a atira pela janela. No momento em que atira a rocha o rapaz percebe outro bilhete no marco da janela. O bilhete dizia:
‘Segundo castigo chinês’: Locha amalada ao saco no ovo dileito.
O homem percebe que o rolo de corda já estava no fim e não pensa duas vezes. Se atira também pela janela, pois é melhor uns ossos quebrados que ficar com um ovo só.
Durante a queda, quando ia passando pelo segundo andar olha um grande cartaz no qual estava escrito:
‘Telceilo castigo chinês’: Ovo esqueldo amalado ao pé da cama…

Era uma vez...
E o bonitão...
Três trabalhadores de uma empresa de limpeza estão num andaime,lavando os vidros de um grande edifício.

De repente, um deles dá um gemido, vira-se pro outro ao lado e diz:
- Ai, ai, ai, preciso ir ao banheiro... Precisamos descer!
- Você está louco! Vai demorar a vida toda - fala o colega.
- Mas eu não tô agüentando mais, cara! Não vai dar tempo de descer!
- Então, bata na janela e peça pra senhora deixar você usar o banheiro, aconselha o amigo.

Foi o que ele fez. Assim que a senhora permite a sua entrada pela janela, ele voa para o banheiro.

Está lá o cara, tranqüilo, fazendo suas necessidades, quando ouve uma gritaria danada. Quando sai, vê que o andaime tinha quebrado e os dois amigos que estavam com ele tinham se espatifado no chão.

No dia seguinte no velório, estão lá os amigos, as viúvas inconsoláveis e o cara acompanhado da esposa, quando chega o dono da empresa onde trabalhavam.

Imediatamente todos fazem silêncio. O empresário começa o seu discurso, dirigindo-se às viúvas:

- Sei que foi uma perda irreparável, mas posso, pelo menos, tentar aliviar tamanho sofrimento. Isso nunca aconteceu em nossa empresa que sempre pensou na segurança dos funcionários. Eu me sinto muito triste e ajudarei em tudo que puder as viúvas. Como sei que as senhoras pagam aluguel, darei uma casa para cada uma.
Também sei que as senhoras dependem de ônibus; por isso, darei um carro pra cada uma. Quanto aos estudos de seus filhos, não se preocupem mais, pois tudo será por conta da empresa até que terminem a faculdade. Para finalizar, as senhoras receberão todos os meses 3 mil reais, para as compras da 'cesta básica'.

A mulher do sobrevivente, já meio arroxeada, não se contendo mais, belisca o marido e fala:

- E o bonitão cagando, né?
Bom dia!!!!

Ninguém pode estragar o seu dia... ... a menos que você permita...

Paulo acompanhava seu amigo Daniel à banca de jornal. Chegando lá, Daniel cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.

Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, Daniel sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando os dois amigos desciam pela rua, Paulo perguntou:

- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

É isso aí. Xô mau humor!!! Tchau para os mal humorados que possam estar pertos de nós. E uma excelente semana para todos!!!!!

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